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Diversos

A Casa dos Numeros – AIDS

Documentário de 2009, que poucas pessoas viram ou tem conhecimento. Apenas assistam e tirem suas próprias conclusões.   SIDA, A Casa dos Numeros – AIDS, House of Numbers (2009) Legendado PT from MDDVTM TV3 on Vimeo.

Por Tales, atrás
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Carta para o banco Itaú sobre taxas abusivas

Esta carta foi enviada ao Banco Itaú, porém devido à criatividade com que foi redigida, deveria ser direcionada a todas as instituições financeiras. Tenho que prestar reverência ao brasileiro(a) que, apesar de ser altamente explorado(a), ainda consegue manter o bom humor.

Poderia ser dirigida a qualquer banco brasileiro. . .

Senhores Diretores do Banco Itaú, Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.

Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante.

Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade.

Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível, etc...) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até um pouquinho acima. Que tal? (mais…)

Por Tales, atrás
Diversos

Interessante texto sobre Auto-Hemoterapia

Recebi um e-mail interessante sobre o depoimento do Dr. André Luis Soares da Fonseca a respeito da Auto-Hemoterapia. Como sou adepto de tal tratamento e o faço a mais de 5 anos, achei interessante publicar o texto escrito por esse professor. Após o texto, é possível assistir a um vídeo, feito inteiramente por mim, sobre o procedimento de aplicação da auto-hemoterapia.

AUTO-HEMOTERAPIA: Texto do Dr. André Luis Soares da Fonseca, professor de Imunologia e Genética Médica na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Senhores(as)

Sou professor de Imunologia e Genética Médica na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e cada vez mais me espanta o pouco grau de inteligência (do latim “inteligere” :ligar, fazer conexão) de alguns médicos deste país.

É inacreditável como quando não se sabe nada, vai-se pelo que a maioria pensa ou pelo que é mais conveniente. A autohemoterapia é uma panacéia sim, mas é uma terapia coadjuvante, que melhora o sistema imunológico, não porque aumenta a sua capacidade, mas porque MODULA a sua função, ou seja, quando a imunidade está aumentada (hipersensibilidades, autoimunidades) ele DIMINUI a resposta; quando está baixa, ele AUMENTA a resposta em níveis compatíveis com o estado de saúde.

Ainda sem claro mecanismo de ação (pelos resultados análogos, obtidos com infecções bacterianas), crêe-se que quando as hemácias se localizam fora do tecido (como é a autohemoterapia), os macrófagos teciduais (histiócitos) são estimulados através de receptores específicos por glicoproteínas presentes na superfície das hemácias e realizam a sua fagocitose (hemocaterese), o que aumenta o nível de produção de derivados do metabolismo do oxigênio (O2-, H2O2, OH-) e metabólitos do Nitrogênio (Óxido Nítrico), que têm funções imunológicas. (mais…)

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O reencontrar do Link

Tem muitas pessoas me perguntando como aconteceu, todo o processo, de encontrar o dono do Link, um cão Lhasa Apso que fugira. Aproveitando que tenho um blog, um espaço para publicar coisas que acho interessantes, resolvi escrever sobre o ocorrido.

A estória começa no sábado anoite, após chegar do clube vi minha irmã se arrumando para sair e perguntei aonde iria, ela disse a um bar e me chamou. Um colega que trabalha com ela veio aqui e nos buscou de carro. Saímos sem rota definida, afinal, já era quase 00:00h e bar em Juiz de Fora começa a recolher as coisas por volta das 2:00h, isso que dá morar na roça. Depois de dar umas voltas no Alto dos Passos(Bairro aonde ficam vários bares), minha irmã sugeriu irmos ao Brasa Forte, um bar. Como estávamos de carona e é quase impossível encontrar uma vaga a essa hora, o tal colega da minha irmã disse para sairmos que ele ia tentar encontrar uma vaga para estacionar. Comecei a atravessar a rua em direção ao bar, quando dei de cara com um mendigo segurando um lindo Lhasa Apso. Ficamos do lado de fora, eu minha irmã e mais duas meninas perguntando aonde o mesmo tinha achado o cachorro e tentando resolver a situação que não seria nada viável deixá-lo com aquele mendigo, que por sinal estava com uma mão tão suja que parecia que tinha alguns anos que não lavava, devia ser uma cara das bravas. Ele disse que havia encontrado o cão no Bom Pastor, um bairro não longe, mas em um local um pouco distante para o cão ir parar lá sem que ninguém o intervisse. O mendigo dizia que achado não é roupado e que não iria devolver se alguém não pagasse algo por ele, estava pedindo 20 reais para poder “liberar” o cachorro, conversando um pouco, ele já tinha abaixado para 10 reais e foi quando minha irmã resolveu pagar e pegar o cachorro. Dali pegamos um taxi e fomos direto para casa.

Já em casa, fui direto pegar a máquina e tirar algumas fotos para enviar e-mails com o intuito de encontrar o dono o mais rápido possível. Tirei algumas fotos e enviei cerca de 500 e-mails, publiquei a notícia do sumiço no Face Book, Orkut e Twitter. Acho que não tinha muita coisa a fazer numa madrugada de sábado.

No domingo eu já havia recebido vários e-mails dizendo que tinham repassado para outras pessoas. Entrei no MSN e gtalk, e parar quem eu encontrava pedia para repassar os e-mails, dando mais chance de chegar a mais pessoas e assim conseguir encontrar o dono. Nessas remessas de e-mails indo e vindo, recebi muitas pessoas dizendo que poderia ser abandono, outras, muitas, que caso eu não encontrasse o dono, gostaria de ficar com o cão.

Sem muito sucesso, nenhuma ligação recebida no domingo, estava predestinado a acordar na segunda e começar a ligar para os petshops perto aonde o Link foi encontrado, pois o mesmo estava muito bem cuidado e com um aspecto que tinha saído de algum pet a poucos dias.

Segunda-feira por volta das 10:00h a namorada do dono me liga e muito feliz por saber que o cão estava aqui em casa e sendo bem cuidado, ou melhor, muito feliz por tê-lo encontrado. Por volta de 12:00h o dono saiu do serviço e veio com a namorada para pegar o cão, o Link ficou super eufórico de ver seu dono que muito emocionado me agradeceu.

Segundo o seu dono, seus pais estavam viajando e sábado anoite quando ele foi tirar o carro, o Link saiu e ele foi dar falta apenas no dia seguinte, segundo ele o Link é muito quieto, o que eu confirmo. Um cão super dócio e muito bonzinho.

Sobre o mendigo, este mentiu, pois o dono do Link mora bem perto de onde encontramos o mendigo com o Link no colo. E propositalmente o mendigo pegaras o Link apenas para conseguir dinheiro em troca.

Mas afinal, como a notícia chegou até o seu dono? Vejam o e-mail abaixo:

"Oi Mari,
Tudo bem por aí?
Então, me fala, o rapaz era mesmo o dono do cachorrinho? Menina, quando tem que ser, não tem jeito!
Eu recebi o e-mail do Tales e repassei para todos os meus contatos de JF. Uma amiga que recebeu passou adiante e a prima dela (Cristiane) conhecia o rapaz (Lucas) que falou com ela no dia anterior, sobre o sumiço do cachorro dele, segundo ela, o bichinho tinha as mesmas características deste que vcs encontraram.
Então ela me ligou, pq não conseguia falar nos celulares da Bruna e Tales, mas ela parecia muito confiante de que era mesmo o dono.
Repassei os dados dela e do Lucas para vcs. E parece que realmente fechou a história, não é isso???
Me fala se foi isso mesmo. Fiquei feliz por ter "intermediado" uma história com final feliz. Rsrsrsrs"
Bom, resumidamente foi isso, teve coisas até divertidas com o Link aqui em casa, mas não vem ao caso. Segue algumas fotos do dito cujo.

Tem muitas pessoas me perguntando como aconteceu, todo o processo, de encontrar o dono do Link, um cão Lhasa Apso que fugira. Aproveitando que tenho um blog, um espaço para publicar coisas que acho interessantes, resolvi escrever sobre o ocorrido.

A estória começa no sábado anoite, após chegar do clube vi minha irmã se arrumando para sair e perguntei aonde iria, ela disse a um bar e me chamou. Um colega que trabalha com ela veio aqui e nos buscou de carro. Saímos sem rota definida, afinal, já era quase 00:00h e bar em Juiz de Fora começa a recolher as coisas por volta das 2:00h, isso que dá morar na roça. Depois de dar umas voltas no Alto dos Passos(Bairro aonde ficam vários bares), minha irmã sugeriu irmos ao Brasa Forte, um bar. Como estávamos de carona e é quase impossível encontrar uma vaga a essa hora, o tal colega da minha irmã disse para sairmos que ele ia tentar encontrar uma vaga para estacionar. Comecei a atravessar a rua em direção ao bar, quando dei de cara com um mendigo segurando um lindo Lhasa Apso. Ficamos do lado de fora, eu minha irmã e mais duas meninas perguntando aonde o mesmo tinha achado o cachorro e tentando resolver a situação que não seria nada viável deixá-lo com aquele mendigo, que por sinal estava com uma mão tão suja que parecia que tinha alguns anos que não lavava, devia ser uma cara das bravas. Ele disse que havia encontrado o cão no Bom Pastor, um bairro não longe, mas em um local um pouco distante para o cão ir parar lá sem que ninguém o intervisse. O mendigo dizia que achado não é roupado e que não iria devolver se alguém não pagasse algo por ele, estava pedindo 20 reais para poder “liberar” o cachorro, conversando um pouco, ele já tinha abaixado para 10 reais e foi quando minha irmã resolveu pagar e pegar o cachorro. Dali pegamos um taxi e fomos direto para casa. (mais…)

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O reencontrar do Link

Tem muitas pessoas me perguntando como aconteceu, todo o processo, de encontrar o dono do Link, um cão Lhasa Apso que fugira. Aproveitando que tenho um blog, um espaço para publicar coisas que acho interessantes, resolvi escrever sobre o ocorrido.

A estória começa no sábado anoite, após chegar do clube vi minha irmã se arrumando para sair e perguntei aonde iria, ela disse a um bar e me chamou. Um colega que trabalha com ela veio aqui e nos buscou de carro. Saímos sem rota definida, afinal, já era quase 00:00h e bar em Juiz de Fora começa a recolher as coisas por volta das 2:00h, isso que dá morar na roça. Depois de dar umas voltas no Alto dos Passos(Bairro aonde ficam vários bares), minha irmã sugeriu irmos ao Brasa Forte, um bar. Como estávamos de carona e é quase impossível encontrar uma vaga a essa hora, o tal colega da minha irmã disse para sairmos que ele ia tentar encontrar uma vaga para estacionar. Comecei a atravessar a rua em direção ao bar, quando dei de cara com um mendigo segurando um lindo Lhasa Apso. Ficamos do lado de fora, eu minha irmã e mais duas meninas perguntando aonde o mesmo tinha achado o cachorro e tentando resolver a situação que não seria nada viável deixá-lo com aquele mendigo, que por sinal estava com uma mão tão suja que parecia que tinha alguns anos que não lavava, devia ser uma cara das bravas. Ele disse que havia encontrado o cão no Bom Pastor, um bairro não longe, mas em um local um pouco distante para o cão ir parar lá sem que ninguém o intervisse. O mendigo dizia que achado não é roupado e que não iria devolver se alguém não pagasse algo por ele, estava pedindo 20 reais para poder “liberar” o cachorro, conversando um pouco, ele já tinha abaixado para 10 reais e foi quando minha irmã resolveu pagar e pegar o cachorro. Dali pegamos um taxi e fomos direto para casa.

Já em casa, fui direto pegar a máquina e tirar algumas fotos para enviar e-mails com o intuito de encontrar o dono o mais rápido possível. Tirei algumas fotos e enviei cerca de 500 e-mails, publiquei a notícia do sumiço no Face Book, Orkut e Twitter. Acho que não tinha muita coisa a fazer numa madrugada de sábado.

No domingo eu já havia recebido vários e-mails dizendo que tinham repassado para outras pessoas. Entrei no MSN e gtalk, e parar quem eu encontrava pedia para repassar os e-mails, dando mais chance de chegar a mais pessoas e assim conseguir encontrar o dono. Nessas remessas de e-mails indo e vindo, recebi muitas pessoas dizendo que poderia ser abandono, outras, muitas, que caso eu não encontrasse o dono, gostaria de ficar com o cão.

Sem muito sucesso, nenhuma ligação recebida no domingo, estava predestinado a acordar na segunda e começar a ligar para os petshops perto aonde o Link foi encontrado, pois o mesmo estava muito bem cuidado e com um aspecto que tinha saído de algum pet a poucos dias.

Segunda-feira por volta das 10:00h a namorada do dono me liga e muito feliz por saber que o cão estava aqui em casa e sendo bem cuidado, ou melhor, muito feliz por tê-lo encontrado. Por volta de 12:00h o dono saiu do serviço e veio com a namorada para pegar o cão, o Link ficou super eufórico de ver seu dono que muito emocionado me agradeceu.

Segundo o seu dono, seus pais estavam viajando e sábado anoite quando ele foi tirar o carro, o Link saiu e ele foi dar falta apenas no dia seguinte, segundo ele o Link é muito quieto, o que eu confirmo. Um cão super dócio e muito bonzinho.

Sobre o mendigo, este mentiu, pois o dono do Link mora bem perto de onde encontramos o mendigo com o Link no colo. E propositalmente o mendigo pegaras o Link apenas para conseguir dinheiro em troca.

Mas afinal, como a notícia chegou até o seu dono? Vejam o e-mail abaixo:

"Oi Mari,
Tudo bem por aí?
Então, me fala, o rapaz era mesmo o dono do cachorrinho? Menina, quando tem que ser, não tem jeito!
Eu recebi o e-mail do Tales e repassei para todos os meus contatos de JF. Uma amiga que recebeu passou adiante e a prima dela (Cristiane) conhecia o rapaz (Lucas) que falou com ela no dia anterior, sobre o sumiço do cachorro dele, segundo ela, o bichinho tinha as mesmas características deste que vcs encontraram.
Então ela me ligou, pq não conseguia falar nos celulares da Bruna e Tales, mas ela parecia muito confiante de que era mesmo o dono.
Repassei os dados dela e do Lucas para vcs. E parece que realmente fechou a história, não é isso???
Me fala se foi isso mesmo. Fiquei feliz por ter "intermediado" uma história com final feliz. Rsrsrsrs"
Bom, resumidamente foi isso, teve coisas até divertidas com o Link aqui em casa, mas não vem ao caso. Segue algumas fotos do dito cujo.

Tem muitas pessoas me perguntando como aconteceu, todo o processo, de encontrar o dono do Link, um cão Lhasa Apso que fugira. Aproveitando que tenho um blog, um espaço para publicar coisas que acho interessantes, resolvi escrever sobre o ocorrido.

A estória começa no sábado anoite, após chegar do clube vi minha irmã se arrumando para sair e perguntei aonde iria, ela disse a um bar e me chamou. Um colega que trabalha com ela veio aqui e nos buscou de carro. Saímos sem rota definida, afinal, já era quase 00:00h e bar em Juiz de Fora começa a recolher as coisas por volta das 2:00h, isso que dá morar na roça. Depois de dar umas voltas no Alto dos Passos(Bairro aonde ficam vários bares), minha irmã sugeriu irmos ao Brasa Forte, um bar. Como estávamos de carona e é quase impossível encontrar uma vaga a essa hora, o tal colega da minha irmã disse para sairmos que ele ia tentar encontrar uma vaga para estacionar. Comecei a atravessar a rua em direção ao bar, quando dei de cara com um mendigo segurando um lindo Lhasa Apso. Ficamos do lado de fora, eu minha irmã e mais duas meninas perguntando aonde o mesmo tinha achado o cachorro e tentando resolver a situação que não seria nada viável deixá-lo com aquele mendigo, que por sinal estava com uma mão tão suja que parecia que tinha alguns anos que não lavava, devia ser uma cara das bravas. Ele disse que havia encontrado o cão no Bom Pastor, um bairro não longe, mas em um local um pouco distante para o cão ir parar lá sem que ninguém o intervisse. O mendigo dizia que achado não é roupado e que não iria devolver se alguém não pagasse algo por ele, estava pedindo 20 reais para poder “liberar” o cachorro, conversando um pouco, ele já tinha abaixado para 10 reais e foi quando minha irmã resolveu pagar e pegar o cachorro. Dali pegamos um taxi e fomos direto para casa. (mais…)

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Qual o objetivo de amar?

A vida é algo que passa diante de nossos olhos de forma tão rápida que não conseguimos adquirir tal controle. Pensamos, muitas vezes, que estamos no controle, bastando seguir o fluxo e levar a vida. Algo ilusório que possa nos prender por algum tempo, iludindo-nos, iludindo sentimentos, iludindo o amor. Leia mais…

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O bloqueio da mente humana através da religião impede o desenvolvimento do ser humano

Religião, “(...) deriva do termo latino "Re-Ligare", que significa "religação" com o divino. Essa definição engloba necessariamente qualquer forma de aspecto místico e religioso, abrangendo seitas, mitologias e quaisquer outras doutrinas ou formas de pensamento que tenham como característica fundamental um conteúdo Metafísico, ou seja, além do mundo físico.”

Retornando um pouco na história, cerca de 5 a 20 mil anos a.c, pode-se constatar que os povos mais antigos eram adoradores de deuses, como os assírios, babilônios, egípcios, sumérios, dentre outros. Existem pesquisas sobre essas grandes civilizações que acreditavam piamente em deuses.

Pode-se compreender o porquê dessas gigantescas civilizações acreditarem que esses seres eram deuses, diferente e possuíam uma tecnologia infinitamente mais avançada que a civilização da época. Temos construções monumentais que até hoje estão aprumadas, como as famosas pirâmides de Gisé, as quais muitas pessoas, ainda, acreditam que o homem as construiu. Cientistas tentam obter provas, criando engenharia reversa para tentar explicar que tais monumentos foram construídos pelo homem, tentam induzir a mente humana a seguir uma trajetória, que pode não estar correta. (mais…)

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Não Faz Sentido! – Políticos

Assistam o vídeo até o fim. É bom saber que não sou o único cara que nasci revoltado, como muitos dizem. Tem gente nesse país porcaria que pensa; um país que colocam para votação uma lei dita “Ficha limpa”, ainda não entendi isso, não entrou na minha cabeça, não achei Leia mais…

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