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Linux

Ultrabook Acer S3, em harmonia com Sabayon

Com o intuito de obter uma máquina leve, rápida e compacta, adquiri um Ultrabook Acer S3 em meados de 2012. Esse veio com uma versão do Windows 7 que nem curiosidade tive para saber qual era, e fui logo tratando de formatar a máquina para instalar uma distribuição Linux.

Geralmente máquinas novas, com novas tecnologias e novos hardwares, não possuem um amplo suporte a todos os recursos em Linux. Com isso, fico na espera de melhorias, tanto no Kernel como nas distribuições Linux. Esperando por melhorias no suporte aos dispositivos que o Ultrabook dispõe, e assim possa usufruir de todos os recursos de maneira para que foram disponibilizados para a máquina.

Eu já estava com uma ideia de adquirir uma nova máquina e quando a vi no site do Ubuntu – como imagem propaganda para anunciar a versão 12.04 LTS – , logo pensei: deve ao menos funcionar todos os recursos. Engano meu, tive diversos problemas até que cheguei a quebrar o Ubuntu de tantas gambiarras que foram feitas, algo que acabei desistindo e parti para o Fedora 17, esse que sempre trás novidades, mas não foi o que eu gostaria em alguns aspectos, ficou quase equiparado com o Ubuntu. Como já havia utilizado o Sabayon há algum tempo, e fui utilizador do Gentoo por mais de 5 anos, resolvi, então, testar o Sabayon para ver no que dava. Posso dizer que foram e está sendo muitas alegrias em diversos aspectos. Encontrei algumas barreiras que foram sanadas sem muita dificuldade, mas que hoje, para quem quiser instalar, não irá as encontrar. Até o momento estou com apenas um bug e que não é referente ao Sabayon, mas ao Gnome-shell, e está inclusive em outras distribuições, que relataram tal problema. Nesse bug se você desplugar o cabo de energia e plugá-lo novamente, ele não atualiza a porcentagem de energia, ou seja, o marcador do Gnome-shell não está servindo para muita coisa, com isso eu preciso acessar as configurações de energia para ver como está o nível da bateria, mas é um problema quase irrelevante se comparado a tudo que a distro oferece de benefícios. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Diversos

Netflix, Uma Gigante dos Avessos

Depois de ver e ler muitos elogios das pessoas que utilizam a Netflix e pelo meu fascínio por filmes, resolvi criar uma assinatura para testar o serviço, e não foi nada agradável.

“Com mais de 23 milhões de assinantes de transmissão online no mundo, a Netflix, Inc. [Nasdaq: NFLX] é o serviço líder de assinatura para assistir a filmes e séries de TV pela Internet. Por aproximadamente US$ 7,99 ao mês, os assinantes da Netflix nas Américas, no Reino Unido e na Irlanda podem assistir online a filmes e séries de TV ilimitados, transmitidos pela Internet para PCs, Macs e TVs. Dentre a ampla e crescente base de aparelhos que transmitem a partir da Netflix estão os videogames Microsoft Xbox 360, Nintendo Wii e Sony PS3; vários aparelhos de Blu-ray, TVs, sistemas de home theater, gravadores de vídeo digital e aparelhos de vídeo conectados à Internet; iPhone, iPad e iPod touch da Apple; além de Apple TV e Google TV. No total, existem mais de 700 aparelhos compatíveis com a Netflix.”

De acordo com dados da Netflix, ela oferece um gigantesco acervo de filmes, os quais podem ser todos assistidos diretamente da web, com ótima qualidade. A empresa possui também um “suporte” telefônico que está disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana.

Creio que só para manter uma área de suporte desse nível, essa empresa não deve ser nada pequena. Com mais de 23 milhões de assinantes, obter uma demanda para atender, que seja 1/10 disso, em vários países, não deve ser fácil.

Segundo informações do site, “existem mais de 700 aparelhos compatíveis com a Netflix”, entre esses aparelhos podemos citar alguns sistemas como: “Windows XP com Service Pack 2, Vista ou Windows 7”, Mac, Chrome OS, Playstation, Xbox360, iPad, aparelhos com versão do Android acima da 2.2, Roku – um Linux embarcado que vem em um pendrive para ser ligado direto em aparelhos de TV – dentre outras centenas de aparelhos e sistemas.

Como utilizador de Linux, logo pensei: Não diz que roda em Linux, mas Chrome OS, Android, Roku e outros, são Linux, possui um Kernel do Linux, então deve rodar em Linux. Engano meu, após tentar assistir a um filme, fui direcionado para a tela seguinte, dizendo que para funcionar deveria ser apenas nos sistemas descristos abaixo:

Como não sou um simples usuário que se contenta com qualquer coisa, resolvi tentar buscar soluções para poder rodar o Netflix no Linux. Depois de uma vasta procura pela web, o que encontrei foram pessoas decepcionadas, dizendo que a solução encontrada era rodar o Netflix dentro do Windows (rodando) em uma máquina virtual. Encontrei também informações de que a Netflix estaria desenvolvendo um sistema para Linux, mas sem prioridade e sem prazo de conclusão.

Depois de muito tentar fazer o sistema funcionar no Linux, resolvi baixar o Chrome OS e testar, já que no próprio site dizia possuir suporte, e para minha surpresa ou melhor dizendo, tristeza, deparei-me com a seguinte tela abaixo dizendo que não possuía um player de vídeo disponível para o Netflix:

Comecei, então, a pesquisar sobre esse erro na web e tudo que encontrei não foi satisfatório para solucionar o problema. Assim, resolvi ligar para o suporte a fim de resolver o meu problema, ou seja, a impossibilidade de assistir a vídeos pelo Chrome OS.

O suporte via telefone é muito rápido: você fica praticamente menos de 1 min na espera para ser atendido e as pessoas são sempre muito agradáveis.

A atendente perguntou-me em que poderia ser útil; disse que tinha feito uma assinatura no Netflix, mas não estava conseguindo assistir aos filmes pelo Chrome OS. Essa parte durou cerca de 7 min a 10 min para a atendente entender o que era o Chrome OS. Depois de muito explicar, dizendo que era um Sistema Operacional do Google, pois estava a confundir com o navegador Chrome, perguntou: “Mas você o está rodando em qual sistema? No Windows XP?” Tentei explicar mais algumas vezes, e ela não conseguindo entender chamou a supervisora; o telefone ficou mudo alguns instantes, mas logo em seguida volta a atendente dizendo para mim que o Chrome OS era baseado em Linux e não tinha suporte a Linux. Expliquei-lhe que estava no site da Netflix, e o referido site dizia ter suporte; ela não conhecia o endereço para chegar na imagem relatada sobre os sistemas que teriam suporte. Fiz a gentileza de passar o endereço; surpreendida deparou-se com o Chrome OS na lista dos que tinham suporte. Mais uma vez chamou a sua supervisora e mostrou a mensagem que estava no site da Netflix. Fiquei mais algum tempo aguardando no telefone quando ela retorna e me diz que não sabia disso, pede desculpas, pois o site apresentava um erro; por isso, iria pedir para remover tal informação. Perguntei, então, a razão deles terem colocado isso. Ela disse-me que o suporte deve ser apenas para os EUA – incrível como que um software funciona em certos países e em outros não, deve ser a “(h)umi(l)dade”.

Depois de tudo isso, o que sobrou foi apenas uma insatisfação muito grande. Acho que um estagiário programador com uma semana mexendo no código, consegue criar um cliente para o Linux.

O mais estranho de tudo isso é que todas as empresas estão voltando os seus serviços para funcionar direto da web, sem precisar instalar nenhum cliente, e essa mega empresa fazendo isso.

Fica uma pergunta, qual o porquê disso? Será algum acordo com a Microsoft ou com a Apple para não criar algo que funcione nativamente nas distribuições Linux? Será, também, que existem mais usuários de Chrome OS do que de Linux? Esse último eu não conheço ninguém que utilize.

Depois de ver e ler muitos elogios das pessoas que utilizam a Netflix e pelo meu fascínio por filmes, resolvi criar uma assinatura para testar o serviço, e não foi nada agradável.

Com mais de 23 milhões de assinantes de transmissão online no mundo, a Netflix, Inc. [Nasdaq: NFLX] é o serviço líder de assinatura para assistir a filmes e séries de TV pela Internet. Por aproximadamente US$ 7,99 ao mês, os assinantes da Netflix nas Américas, no Reino Unido e na Irlanda podem assistir online a filmes e séries de TV ilimitados, transmitidos pela Internet para PCs, Macs e TVs. Dentre a ampla e crescente base de aparelhos que transmitem a partir da Netflix estão os videogames Microsoft Xbox 360, Nintendo Wii e Sony PS3; vários aparelhos de Blu-ray, TVs, sistemas de home theater, gravadores de vídeo digital e aparelhos de vídeo conectados à Internet; iPhone, iPad e iPod touch da Apple; além de Apple TV e Google TV. No total, existem mais de 700 aparelhos compatíveis com a Netflix.” (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Linux

Vídeos de forma simples com OpenShot

Os vídeos viraram febre na internet e o YouTube contribui para esse crescimento exponencial. Muitos leigos se aventuraram na criação de vídeos, e as ferramentas intuitivas foram (e são) as grandes “incentivadoras” para esse propósito.

Nunca fui muito fã de criar vídeos. Isso se deve ao fato de que as ferramentas livres estavam longe de atingirem um grau ótimo de simplicidade e facilidade de utilização. No entanto, hoje pode-se notar que muitas ferramentas conseguiram atingir um grau de ”intuitividade” muito grande, comparando-se a muitas ferramentas proprietárias voltadas para um público mais leigo.

O aplicativo, que aqui será indicado, é o OpenShot, um programa de edição de vídeos. Existem outros muito interessantes, como o Kdenlive, mas a identificação e simplicidade do OpenShot me chamou muita atenção, fazendo com que eu pudesse criar vídeos de forma rápida, simples e sem stress.

Os vídeos viraram febre na internet e o YouTube contribui para esse crescimento exponencial. Muitos leigos se aventuraram na criação de vídeos, e as ferramentas intuitivas foram (e são) as grandes “incentivadoras” para esse propósito.

Nunca fui muito fã de criar vídeos. Isso se deve ao fato de que as ferramentas livres estavam longe de atingirem um grau ótimo de simplicidade e facilidade de utilização. No entanto, hoje pode-se notar que muitas ferramentas conseguiram atingir um grau de ”intuitividade” muito grande, comparando-se a muitas ferramentas proprietárias voltadas para um público mais leigo.

O aplicativo, que aqui será indicado, é o OpenShot, um programa de edição de vídeos. Existem outros muito interessantes, como o Kdenlive, mas a identificação e simplicidade do OpenShot me chamou muita atenção, fazendo com que eu pudesse criar vídeos de forma rápida, simples e sem stress. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Linux

Vídeos de forma simples com OpenShot

Os vídeos viraram febre na internet e o YouTube contribui para esse crescimento exponencial. Muitos leigos se aventuraram na criação de vídeos, e as ferramentas intuitivas foram (e são) as grandes “incentivadoras” para esse propósito.

Nunca fui muito fã de criar vídeos. Isso se deve ao fato de que as ferramentas livres estavam longe de atingirem um grau ótimo de simplicidade e facilidade de utilização. No entanto, hoje pode-se notar que muitas ferramentas conseguiram atingir um grau de ”intuitividade” muito grande, comparando-se a muitas ferramentas proprietárias voltadas para um público mais leigo.

O aplicativo, que aqui será indicado, é o OpenShot, um programa de edição de vídeos. Existem outros muito interessantes, como o Kdenlive, mas a identificação e simplicidade do OpenShot me chamou muita atenção, fazendo com que eu pudesse criar vídeos de forma rápida, simples e sem stress.

Os vídeos viraram febre na internet e o YouTube contribui para esse crescimento exponencial. Muitos leigos se aventuraram na criação de vídeos, e as ferramentas intuitivas foram (e são) as grandes “incentivadoras” para esse propósito.

Nunca fui muito fã de criar vídeos. Isso se deve ao fato de que as ferramentas livres estavam longe de atingirem um grau ótimo de simplicidade e facilidade de utilização. No entanto, hoje pode-se notar que muitas ferramentas conseguiram atingir um grau de ”intuitividade” muito grande, comparando-se a muitas ferramentas proprietárias voltadas para um público mais leigo.

O aplicativo, que aqui será indicado, é o OpenShot, um programa de edição de vídeos. Existem outros muito interessantes, como o Kdenlive, mas a identificação e simplicidade do OpenShot me chamou muita atenção, fazendo com que eu pudesse criar vídeos de forma rápida, simples e sem stress. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Linux

CUIDADO: a Microsoft está lhe manipulando! Heil Hitler, Heil Gates!

Texto retirado do site #Seja Livre!

Não é de hoje que a Microsoft conspira por debaixo dos panos contra seus concorrentes e até contra seus próprios clientes. São inúmeros os fatos e casos de conspiração empresarial, cartel, corporativismo exacerbado e tramoias que permeiam a história da empresa. Fatos que até viraram livro (Fogo no Vale: por trás do PC, de  Paul Freiberger e Michael Swaine) e filme (Piratas do Vale do Silício – 1999).

Na última semana, veiculou na internet a notícia de que “o sistema de boot (Secure Boot – UEFI) do Windows 8 iria bloquear o uso de outro SO na máquina”. O primeiro a se levantar contra a ideia foi Matthew Garrett da Red Hat, no dia 21/09, em um post no seu blog. Vários sites e blogs de tecnologia e do universo Software Livre, inclusive o Seja Livre, publicaram a matéria de Garret, alertando a possível tentativa da Microsoft de se tornar dona de vez dos PCs ao redor do mundo. Porém, não é sobre isso que quero falar, até porque o próprio Steven Sinofsky, um dos Engenheiros por trás do Windows 8, publicou uma matéria em um blog da Microsoft no dia 22/09 explicando o que “realmente” é o Secure Boot e o protocolo UEFI, que substituiria a conhecida BIOS, “deixando claro” que: “nós projetamos o firmware para permitir que o cliente possa desativar a inicialização segura. No entanto, isto será por sua conta e risco.”

(mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Linux

CUIDADO: a Microsoft está lhe manipulando! Heil Hitler, Heil Gates!

Texto retirado do site #Seja Livre!

Não é de hoje que a Microsoft conspira por debaixo dos panos contra seus concorrentes e até contra seus próprios clientes. São inúmeros os fatos e casos de conspiração empresarial, cartel, corporativismo exacerbado e tramoias que permeiam a história da empresa. Fatos que até viraram livro (Fogo no Vale: por trás do PC, de  Paul Freiberger e Michael Swaine) e filme (Piratas do Vale do Silício – 1999).

Na última semana, veiculou na internet a notícia de que “o sistema de boot (Secure Boot – UEFI) do Windows 8 iria bloquear o uso de outro SO na máquina”. O primeiro a se levantar contra a ideia foi Matthew Garrett da Red Hat, no dia 21/09, em um post no seu blog. Vários sites e blogs de tecnologia e do universo Software Livre, inclusive o Seja Livre, publicaram a matéria de Garret, alertando a possível tentativa da Microsoft de se tornar dona de vez dos PCs ao redor do mundo. Porém, não é sobre isso que quero falar, até porque o próprio Steven Sinofsky, um dos Engenheiros por trás do Windows 8, publicou uma matéria em um blog da Microsoft no dia 22/09 explicando o que “realmente” é o Secure Boot e o protocolo UEFI, que substituiria a conhecida BIOS, “deixando claro” que: “nós projetamos o firmware para permitir que o cliente possa desativar a inicialização segura. No entanto, isto será por sua conta e risco.”

(mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Android

Acessando o seu Android de forma rápida e segura via SSH

Quando se adquire um telefone celular ou smartphone ou tablet, geralmente, vêm agregado vários acessórios ao produto: o cabo de dados é utilizado para realizar transferência de arquivos entre o aparelho adquirido e um computador, PC.

Alguns aparelhos trazem softwares para que sejam instalados no computador e possam realizar a transferência dos arquivos.

Como o sistema operacional Android, hoje, está presente em milhões de smartfones e tablet's e a maioria possui acesso WiFi, nada mais fácil do que aproveitar as facilidades que o aparelho dispõe para desfrutar da comodidade, dispensando cabos e instalações de softwares proprietários – que muitas vezes funcionam para todos os sistemas operacionais, excluindo a família Unix, com exceção do OSX –.

O SSH – Secure Shell – é uma ferramenta de acesso remota bem poderosa e muito utilizada pelos administradores de redes e usuários de sistema Linux e afins. Esse é uma espécie de TELNET, porém com criptografia e outras “guloseimas” mais.

Demonstrarei, basicamente, duas maneiras para realizar a transferência de arquivos, uma em moto texto – através do terminal de comandos – e outra em modo gráfico – utilizando o Nautilus – gerenciador de arquivos padrão do Ubuntu.

Este texto foi escrito baseando-se na distro Ubuntu (11.04) – utiliza o ambiente gráfico Gnome como patrão e o gerenciador de arquivos Nautilus –. Usuários de outras distribuições poderão basear-se neste texto, pois a utilização em outros gerenciadores de arquivos é bem semelhante. Quem for utilizar o terminal de comandos não terá problema algum, porque a execução dos comandos é exatamente a mesma em qualquer distro.

  Instalação e configuração

Creio que usuários do Ubuntu não precisarão instalar nem configurar nada, mas para conferir se está com o programa instalado, poderá fazê-lo agora. O programa, único, que será utilizado para realizar a comunicação entre o aparelho celular e o computador, PC, é o SSH, os demais – para o modo gráfico – são apenas uma “capa” para auxiliar na utilização.

Será preciso instalar apenas o OpenSSH-Client no computador, o servidor (SSH) estará rodando no celular/tablet.

Abra um terminal de comandos da sua preferência e digite o seguinte comando para verificar se o openssh-clien já se encontra instalado.

$ sudo apt-get install openssh-client

Caso não esteja instalado, será feito.

No Android, acesse o Markert, procure por SSHDroid e instale.

Obs.: É preciso que o root esteja liberado para acesso no celular. Caso não saiba o que significa isso ou como liberar acesso ao root no seu Android, pesquise no Google que encontrará “milhões” de tutoriais explicando como fazer.

 

SSHDroid

Comece acessando o SSHDroid que foi instalado em seu Android. Basicamente você não precisará efetuar nenhuma configuração, a única coisa que alterei foi a senha do root – que por padrão é admin –. Caso queira alterar algo como a porta de acesso – o padrão é 22 –, basta acessar as opções e configurar a seu gosto.

Programa instalado e serviço rodando, você terá uma tela semelhante à exibida abaixo:  

O programa em si é bem simples e você não precisará realizar nenhuma configuração “mirabolante”. Na imagem acima é exibido a rede que o celular encontra-se conectado. A minha rede (WiFi Connection) é a 666; o endereço (Address) para se conectar já é exibido direto na tela e como pode ser acessado, ou seja, sftp://[email protected][endereço IP]:[Porta]; também é exibido um status, que de acordo com a imagem acima está como conectado (ready).

 

Manipulando arquivos em modo texto

Como sei que muitos devem ignorar essa parte, provavelmente, por acharem demorada e até complexa, resolvi colocá-la antes para que uma leitura possa ser realizada. Para aqueles que acham o terminal um “bicho de sete cabeças”, digo que é muito mais rápido – dependendo do que for realizado – e prático, trabalhar com os arquivos diretamente no terminal de comandos do que utilizar um gerenciador gráfico para efetuar a mesma tarefa.

Para quem for utilizar apenas o terminal de comandos e, assim, facilitar enxergar o que encontra-se no cartão de memória, recomendo logar no celular via ssh e com apenas um comando (ls) você poder visualizar onde encontram-se os diretórios e arquivos. Se preferir pode realizar essa visualização direto no gerenciador de arquivos do celular.

Obs.: Mude o IP para o referente que estiver aparecendo no seu celular no aplicativo SSHDroid.

(Logar no Android)

$ ssh [email protected]
(Listar os arquivos do cartão de memória)
# ls /sdcard/
(Entrar em um diretório)
# cd /sdcard/Documentos
(Voltar um ou mais diretórios)
# cd ..

ou

# cd ../..
(Remover um diretório ou um arquivo (não precisa da opção '-r'))
# rm -r /sdcard/teste
(Criar um diretório)
# mkdir /sdcard/Músicas
(Localizar o seu caminho. Saber aonde se encontra)
# pwd

Com os comandos acima você já será capaz de fazer uma boa manipulação ou gerência dos seus arquivos, diretamente no celular.

Primeiro você precisa saber onde encontra-se o seu cartão de memória. Ele está localizado em /sdcard. Sabendo disso, fica fácil copiar arquivos de um lado para o outro. Veja abaixo um exemplo:

 

Copiando arquivos do computador para o celular

Os comando abaixo deverão ser executados, de preferência, na sua máquina e não no ssh do celular.

(Copiando algumas músicas para o celular)

[email protected]:~$ scp -r ~/Música/novas/* [email protected]:"/sdcard/Músicas/Anos 80"
SSHDroid
Use 'root' on rooted devices otherwise any username works
Default password is 'admin'[email protected]'s password:
Bruce Springsteen - Best of - Glory Days.mp3                      100% 3584KB 128.0KB/s   00:28
Bryan Adams - So Far So Good - Heaven.mp3                         100% 5718KB 127.1KB/s   00:45
Glenn Frey - The Allnighter - The Heat Is On.mp3                  100% 3576KB 137.6KB/s   00:26

Explicando o comando acima, temos:

[email protected]:~$ (Meu terminal aguardando a entrada de um comando)

scp -r (É o comando utilizado para copiar diretório ou arquivos (não precisa usar a opção '-r', é usada para copiar diretórios) via ssh)

~/Música/novas/* (O til é minha $HOME, Música é um diretório que tenho no meu computador e “novas” um diretório dentro de Música; o asterisco(*) depois da barra (/) é para copiar todos os arquivos que ali se encontram)

[email protected] (É o caminho, endereço, ssh do meu celular)

/sdcard/Músicas/Anos 80 (Local do celular que desejo copiar as músicas)

Ok, talvez manipular ou gerenciar os arquivos pelo terminal, para quem não tem prática, poderá ser confuso e trabalhoso, mas é interessante sempre saber um modo alternativo, não sabemos do que iremos precisar, não é mesmo?!

Veja, abaixo, o exemplo acima sendo executado em um vídeo:

Gerenciando arquivos pelo Nautius, Ubuntu

Se teve vários passos e comandos para gerenciar arquivos de forma textual, no modo gráfico terá apenas um.

Abra o gerenciador de arquivos, tecle [CTRL+L] e na barra de endereços digitem:

(Altere apenas o IP para o que aparece no SSHDroid)

sftp://[email protected]:22

Logo depois aperte [ENTER]

Obs.: Na primeira execução do ssh será pedido para confirmar a gravação da chave de criptografia, basta aceitar.

Será exibida uma tela para digitar a senha do SSHDroid. Digite, escolha uma opção e clique em Conectar.

Em seguida entre na pasta sdcard e lá, imediatamente, acessará os seus arquivos, sendo possível copiar, mover, apagar, executar.. como se os arquivos estivessem localmente em sua máquina. Veja, abaixo, o exemplo acima sendo executado em um vídeo:

Manipulando arquivos pelo Dolphin, KDE

Para acesso no Dolphin, mude apenas o parâmetro a ser executado na barra de endereços, de ssh:// para fish://

Exemplo para acessar, tecle [CTLR+L] e digite na barra de endereços: (Altere apenas o IP para o que aparece no SSHDroid)

fish://[email protected]:22

Em seguida tecle [ENTER]

A gerência dos arquivos é feita da mesma maneira que ocorre no gerenciador de arquivos do Ubuntu, o Nautilus.

Quando se adquire um telefone celular ou smartphone ou tablet, geralmente, vêm agregado vários acessórios ao produto: o cabo de dados é utilizado para realizar transferência de arquivos entre o aparelho adquirido e um computador, PC.

Alguns aparelhos trazem softwares para que sejam instalados no computador e possam realizar a transferência dos arquivos.

Como o sistema operacional Android, hoje, está presente em milhões de smartfones e tablet's e a maioria possui acesso WiFi, nada mais fácil do que aproveitar as facilidades que o aparelho dispõe para desfrutar da comodidade, dispensando cabos e instalações de softwares proprietários – que muitas vezes funcionam para todos os sistemas operacionais, excluindo a família Unix, com exceção do OSX –.

O SSH – Secure Shell – é uma ferramenta de acesso remota bem poderosa e muito utilizada pelos administradores de redes e usuários de sistema Linux e afins. Esse é uma espécie de TELNET, porém com criptografia e outras “guloseimas” mais.

Demonstrarei, basicamente, duas maneiras para realizar a transferência de arquivos, uma em moto texto – através do terminal de comandos – e outra em modo gráfico – utilizando o Nautilus – gerenciador de arquivos padrão do Ubuntu.

Este texto foi escrito baseando-se na distro Ubuntu (11.04) – utiliza o ambiente gráfico Gnome como patrão e o gerenciador de arquivos Nautilus –. Usuários de outras distribuições poderão basear-se neste texto, pois a utilização em outros gerenciadores de arquivos é bem semelhante. Quem for utilizar o terminal de comandos não terá problema algum, porque a execução dos comandos é exatamente a mesma em qualquer distro. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Android

Acessando o seu Android de forma rápida e segura via SSH

Quando se adquire um telefone celular ou smartphone ou tablet, geralmente, vêm agregado vários acessórios ao produto: o cabo de dados é utilizado para realizar transferência de arquivos entre o aparelho adquirido e um computador, PC.

Alguns aparelhos trazem softwares para que sejam instalados no computador e possam realizar a transferência dos arquivos.

Como o sistema operacional Android, hoje, está presente em milhões de smartfones e tablet's e a maioria possui acesso WiFi, nada mais fácil do que aproveitar as facilidades que o aparelho dispõe para desfrutar da comodidade, dispensando cabos e instalações de softwares proprietários – que muitas vezes funcionam para todos os sistemas operacionais, excluindo a família Unix, com exceção do OSX –.

O SSH – Secure Shell – é uma ferramenta de acesso remota bem poderosa e muito utilizada pelos administradores de redes e usuários de sistema Linux e afins. Esse é uma espécie de TELNET, porém com criptografia e outras “guloseimas” mais.

Demonstrarei, basicamente, duas maneiras para realizar a transferência de arquivos, uma em moto texto – através do terminal de comandos – e outra em modo gráfico – utilizando o Nautilus – gerenciador de arquivos padrão do Ubuntu.

Este texto foi escrito baseando-se na distro Ubuntu (11.04) – utiliza o ambiente gráfico Gnome como patrão e o gerenciador de arquivos Nautilus –. Usuários de outras distribuições poderão basear-se neste texto, pois a utilização em outros gerenciadores de arquivos é bem semelhante. Quem for utilizar o terminal de comandos não terá problema algum, porque a execução dos comandos é exatamente a mesma em qualquer distro.

  Instalação e configuração

Creio que usuários do Ubuntu não precisarão instalar nem configurar nada, mas para conferir se está com o programa instalado, poderá fazê-lo agora. O programa, único, que será utilizado para realizar a comunicação entre o aparelho celular e o computador, PC, é o SSH, os demais – para o modo gráfico – são apenas uma “capa” para auxiliar na utilização.

Será preciso instalar apenas o OpenSSH-Client no computador, o servidor (SSH) estará rodando no celular/tablet.

Abra um terminal de comandos da sua preferência e digite o seguinte comando para verificar se o openssh-clien já se encontra instalado.

$ sudo apt-get install openssh-client

Caso não esteja instalado, será feito.

No Android, acesse o Markert, procure por SSHDroid e instale.

Obs.: É preciso que o root esteja liberado para acesso no celular. Caso não saiba o que significa isso ou como liberar acesso ao root no seu Android, pesquise no Google que encontrará “milhões” de tutoriais explicando como fazer.

 

SSHDroid

Comece acessando o SSHDroid que foi instalado em seu Android. Basicamente você não precisará efetuar nenhuma configuração, a única coisa que alterei foi a senha do root – que por padrão é admin –. Caso queira alterar algo como a porta de acesso – o padrão é 22 –, basta acessar as opções e configurar a seu gosto.

Programa instalado e serviço rodando, você terá uma tela semelhante à exibida abaixo:  

O programa em si é bem simples e você não precisará realizar nenhuma configuração “mirabolante”. Na imagem acima é exibido a rede que o celular encontra-se conectado. A minha rede (WiFi Connection) é a 666; o endereço (Address) para se conectar já é exibido direto na tela e como pode ser acessado, ou seja, sftp://[email protected][endereço IP]:[Porta]; também é exibido um status, que de acordo com a imagem acima está como conectado (ready).

 

Manipulando arquivos em modo texto

Como sei que muitos devem ignorar essa parte, provavelmente, por acharem demorada e até complexa, resolvi colocá-la antes para que uma leitura possa ser realizada. Para aqueles que acham o terminal um “bicho de sete cabeças”, digo que é muito mais rápido – dependendo do que for realizado – e prático, trabalhar com os arquivos diretamente no terminal de comandos do que utilizar um gerenciador gráfico para efetuar a mesma tarefa.

Para quem for utilizar apenas o terminal de comandos e, assim, facilitar enxergar o que encontra-se no cartão de memória, recomendo logar no celular via ssh e com apenas um comando (ls) você poder visualizar onde encontram-se os diretórios e arquivos. Se preferir pode realizar essa visualização direto no gerenciador de arquivos do celular.

Obs.: Mude o IP para o referente que estiver aparecendo no seu celular no aplicativo SSHDroid.

(Logar no Android)

$ ssh [email protected]
(Listar os arquivos do cartão de memória)
# ls /sdcard/
(Entrar em um diretório)
# cd /sdcard/Documentos
(Voltar um ou mais diretórios)
# cd ..

ou

# cd ../..
(Remover um diretório ou um arquivo (não precisa da opção '-r'))
# rm -r /sdcard/teste
(Criar um diretório)
# mkdir /sdcard/Músicas
(Localizar o seu caminho. Saber aonde se encontra)
# pwd

Com os comandos acima você já será capaz de fazer uma boa manipulação ou gerência dos seus arquivos, diretamente no celular.

Primeiro você precisa saber onde encontra-se o seu cartão de memória. Ele está localizado em /sdcard. Sabendo disso, fica fácil copiar arquivos de um lado para o outro. Veja abaixo um exemplo:

 

Copiando arquivos do computador para o celular

Os comando abaixo deverão ser executados, de preferência, na sua máquina e não no ssh do celular.

(Copiando algumas músicas para o celular)

[email protected]:~$ scp -r ~/Música/novas/* [email protected]:"/sdcard/Músicas/Anos 80"
SSHDroid
Use 'root' on rooted devices otherwise any username works
Default password is 'admin'[email protected]'s password:
Bruce Springsteen - Best of - Glory Days.mp3                      100% 3584KB 128.0KB/s   00:28
Bryan Adams - So Far So Good - Heaven.mp3                         100% 5718KB 127.1KB/s   00:45
Glenn Frey - The Allnighter - The Heat Is On.mp3                  100% 3576KB 137.6KB/s   00:26

Explicando o comando acima, temos:

[email protected]:~$ (Meu terminal aguardando a entrada de um comando)

scp -r (É o comando utilizado para copiar diretório ou arquivos (não precisa usar a opção '-r', é usada para copiar diretórios) via ssh)

~/Música/novas/* (O til é minha $HOME, Música é um diretório que tenho no meu computador e “novas” um diretório dentro de Música; o asterisco(*) depois da barra (/) é para copiar todos os arquivos que ali se encontram)

[email protected] (É o caminho, endereço, ssh do meu celular)

/sdcard/Músicas/Anos 80 (Local do celular que desejo copiar as músicas)

Ok, talvez manipular ou gerenciar os arquivos pelo terminal, para quem não tem prática, poderá ser confuso e trabalhoso, mas é interessante sempre saber um modo alternativo, não sabemos do que iremos precisar, não é mesmo?!

Veja, abaixo, o exemplo acima sendo executado em um vídeo:

Gerenciando arquivos pelo Nautius, Ubuntu

Se teve vários passos e comandos para gerenciar arquivos de forma textual, no modo gráfico terá apenas um.

Abra o gerenciador de arquivos, tecle [CTRL+L] e na barra de endereços digitem:

(Altere apenas o IP para o que aparece no SSHDroid)

sftp://[email protected]:22

Logo depois aperte [ENTER]

Obs.: Na primeira execução do ssh será pedido para confirmar a gravação da chave de criptografia, basta aceitar.

Será exibida uma tela para digitar a senha do SSHDroid. Digite, escolha uma opção e clique em Conectar.

Em seguida entre na pasta sdcard e lá, imediatamente, acessará os seus arquivos, sendo possível copiar, mover, apagar, executar.. como se os arquivos estivessem localmente em sua máquina. Veja, abaixo, o exemplo acima sendo executado em um vídeo:

Manipulando arquivos pelo Dolphin, KDE

Para acesso no Dolphin, mude apenas o parâmetro a ser executado na barra de endereços, de ssh:// para fish://

Exemplo para acessar, tecle [CTLR+L] e digite na barra de endereços: (Altere apenas o IP para o que aparece no SSHDroid)

fish://[email protected]:22

Em seguida tecle [ENTER]

A gerência dos arquivos é feita da mesma maneira que ocorre no gerenciador de arquivos do Ubuntu, o Nautilus.

Quando se adquire um telefone celular ou smartphone ou tablet, geralmente, vêm agregado vários acessórios ao produto: o cabo de dados é utilizado para realizar transferência de arquivos entre o aparelho adquirido e um computador, PC.

Alguns aparelhos trazem softwares para que sejam instalados no computador e possam realizar a transferência dos arquivos.

Como o sistema operacional Android, hoje, está presente em milhões de smartfones e tablet's e a maioria possui acesso WiFi, nada mais fácil do que aproveitar as facilidades que o aparelho dispõe para desfrutar da comodidade, dispensando cabos e instalações de softwares proprietários – que muitas vezes funcionam para todos os sistemas operacionais, excluindo a família Unix, com exceção do OSX –.

O SSH – Secure Shell – é uma ferramenta de acesso remota bem poderosa e muito utilizada pelos administradores de redes e usuários de sistema Linux e afins. Esse é uma espécie de TELNET, porém com criptografia e outras “guloseimas” mais.

Demonstrarei, basicamente, duas maneiras para realizar a transferência de arquivos, uma em moto texto – através do terminal de comandos – e outra em modo gráfico – utilizando o Nautilus – gerenciador de arquivos padrão do Ubuntu.

Este texto foi escrito baseando-se na distro Ubuntu (11.04) – utiliza o ambiente gráfico Gnome como patrão e o gerenciador de arquivos Nautilus –. Usuários de outras distribuições poderão basear-se neste texto, pois a utilização em outros gerenciadores de arquivos é bem semelhante. Quem for utilizar o terminal de comandos não terá problema algum, porque a execução dos comandos é exatamente a mesma em qualquer distro. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Android

Ligue mais, pague menos e seja livre

O que estou a trazer neste texto não é nenhuma novidade em termos de tecnologia, porém creio que poucos estão atentos a todas as opções disponíveis para a utilização de telefonia utilizando serviços VOIP, que nada mais é – de grosso modo – realizar ligações através da internet, ou seja, utilizando a internet como um interlocutor para que as ligações sejam feitas.

Hoje no mercado podemos encontrar alguns serviços que disponibilizam tais serviços, sendo os maiores e mais conhecidos: o Skype e o JustVoip, este último sem muito destaque. O que será descrito neste texto chama-se VoipRaider que nada mais é uma cópia do JustVoip, porém com melhores aperitivos. O VoipRaider possui as menores taxas, se comparado a outros, Skype e JustVoip, descritos no texto, além de possuir todas as vantagens do JustVoip, como: ter direito a realizar ligações gratuitas – deverá pagar a taxa de 10 euros – , durante 3 meses, para qualquer telefone fixo dos países: Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, República Checa, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Japão, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Peru, Polônia, Portugal, Romênia, Rússia (Moscou), Espanha, Reino Unido e Estados Unidos.

 

Comparações de taxas

Clique nos links abaixo para obter acesso às tarifas cobradas, tanto para telefone fixo como para celular.

SkypeJustVoipVoipRaider

 

Ligações para celulares no Brasil

Skype – 0,62/min

JustVoip – 0,336/min

VoipRaider – 0,181/min

Devido a vários assuntos que serão abordados e para não complicar a vida do leitor – visto que o intuito é de justamente trazer a facilidade de uso –, os assuntos abordados serão separados em tópicos para melhor facilidade de entendimento e organização.

Serão tratados os seguintes assuntos: VoipRaider na web, VoipRaider no Ekiga Softfone, VoipRaider no telemóvel.

 

O que é o VoipRaider?

De forma rápida é direta, o “ VoipRaider é um programa gratuito que usa tecnologia de ponta para trazer comunicação de voz grátis e de alta qualidade para pessoas de todo o mundo.” Para os conhecedores do Skype e JustVoip, o VoipRaider é bem parecido com o JustVoip, porém possui taxas infinitamente menores.

 

1. Cadastro

Inicie clicando aqui para efetuar um cadastro no site.

Apesar do site ser em inglês – tendo opção de mudar para o espanhol no canto superior direito (bandeirinha) –, o cadastro em si é bem simplificado, basta preencher os campos com um login (nome de usuário), senha, e-mail e código de verificação, em seguida clicar em Register.

Após o cadastro básico você será direcionado(a) para uma tela, página, para que possa terminar o seu cadastro. Preencha todos os campos para completar o registro.

A parte de inserir o número de telefone deverá ser preenchida da seguinte maneira:

+(código do país)(código de área)(número do telefone)

Exemplo: +553232260104

Terminado de preencher os campos, clique em Salve Changes.

 

1.1. Adicionando créditos

Para poder aproveitar de todos os serviços oferecidos, é preciso estar adquirindo créditos, mesmo que não sejam gastos, mas te dará opções de realizar tudo que foi descrito no começo do documento, como por exemplo: 3 meses de ligações gratuitas para qualquer telefone fixo do Brasil e taxas bem reduzidas para qualquer celular do Brasil, entre outros países que foram indicados.

Comece clicando no link Buy Credit, localizado no menu esquerdo, como pode ser visto pela imagem abaixo:

São ofertadas várias formas para estar adquirindo os créditos, escolha a que for de seu agrado. No meu caso optei por utilizar o PayPal. Independente da forma de pagamento escolhida, após selecionar a opção desejada, você será direcionado para uma tela semelhante a imagem abaixo:

Mude a linguagem para o Português, confirme se o telefone que aparece junto ao texto – Our verification system will call +55323226XXXX – é o seu, caso não seja, clique no link here e mude para o número do seu telefone. Essa opção serve para validar o seu número de telefone. Avance clicando em NEXT, o seu telefone irá tocar e você ouvirá um número de 4 dígitos para completar a validação da sua conta, e assim, poder adquirir os créditos. Preencha o código e clique em NEXT novamente, como na imagem abaixo:

Se tudo estiver ok, a próxima tela será para informar que tudo foi confirmado, basta clicar em Finish e você estará liberado(a) para efetuar a compra dos 10 Euros.

 

2. VoipRaider na web

Todos os serviços de ligações podem ser feitos diretos na web, bastando estar logado em sua conta e acessar o menu com o referido serviço que deseja utilizar. A primeira opção, que será demonstrada, é para efetuar uma ligação de um telefone físico – fixo ou celular – para outro. Apenas para deixar claro que este físico quer dizer que é um aparelho concreto, real, não virtual.

 

2.1. Telefone físico para físico

Após realizar o login no site, acesse o menu (lado esquerdo), call options e clique no link phone-to-phone. A tela que se abrirá é semelhante a exibida abaixo:

Nota-se que o site em si é intuitivo no que deve ser feito para estar realizando uma ligação.

No primeiro campo (You phone number) você deverá escolher o seu local de origem e inserir o número do seu telefone, fixo ou móvel e no segundo campo (Destination phone number) deverá escolher o local de destino do número que deseja ligar mais o número em si.

O número de telefone deve ser inserido da seguinte maneira:

[código de área]+[número do telefone]

Exemplo: 3232210000

obs1.: Ligações de fixo para fixo, no Brasil, é gratuito. Ligações de celular para fixo ou fixo para celular, há uma taxa que será descontada dos 10 euros adquiridos, que é muito baixa. Dúvidas, consulte o item “Comparações de taxas”.

obs2.: Note na imagem acima que existe um item (Contactlist) abaixo do botão “Call Now” para que possa adicionar contatos e ligar de maneira mais rápida para o contato que desejar, sem ter que ficar digitando números imensos.

 

3. VoipRaider no Ekiga Softfone

Essa parte é destinada para os utilizadores de software livre, uma vez que o software disponibilizado pelo site não existe sua versão para Linux. Nos, do software livre estamos bem servidos de um software que além de ser livre é de alta qualidade e faz muito bem o que se propõe a realizar, que é ser um software cliente VOIP. Esse possui e realiza bem as funções que lhe foram programadas, assim como o Skype, o Ekiga realiza videoconferência (vídeo e voz).

Esse texto não se propõe explicar como criar uma conta Ekiga para estar compartilhando usuários e realizar ligações via software com terceiros, isso pode ser realizado de maneira simples pelo assistente de configuração do software.  

3.1. Instalação do Ekiga

Para usuários do Ubuntu e família, já deverão estar com o Ekiga instado, caso não esteja, poderá instalar pela Central de Programas do Ubuntu ou via comando, apt-get, como demostrado abaixo:

$ sudo apt-get install ekiga

Utilizadores de outras distros, instalem de acordo com o que for especificado. Neste link há uma gama de demostrações de como instalar em diversas distribuições.

 

3.2. Configuração do Ekiga

Com o Ekiga instalado, a primeira execução do programa é referente a um assistente de configuração que irá ajudá-lo a guiar para a configuração do software. O assistente é bem simples e intuitivo, creio que não terão dificuldades para estar configurando-o. Apenas prestem atenção em algumas opções, caixas, que serão marcadas e as configurações de som e vídeo.  

Primeira tela, inicial, de configuração do Ekiga, clique em Avançar para prosseguir com a configuração.

Próxima tela, insira o seu nome e clique em avançar. Esse nome não tem referencia com o nome do usuário (login).  

As duas telas que sucedem esta acima é referenciada para a criação de uma conta Ekiga e para uma conta de chamada Ekiga. Essas informações não serão necessárias para a configuração do VoipRaider, mas caso tenha interesse de estar criando uma conta, gratuitamente – é parecido com uma conta do Skype – você poderá criar acessando o menu Editar, Contas.  

Apenas marque a caixa “Eu não quero me inscrever no serviço gratuito do ekiga.net” e clique em Avançar.  

Novamente, marque a opção “Eu não quero me inscrever no serviço de chamada do Ekiga” e clique em Avançar.

Na tela seguinte você determinará qual o tipo de conexão que dispõe para o upload (envio) de dados. Escolha de acordo com a sua banda de conexão, caso não saiba qual é, deixa o padrão de 128kbit/s e clique em Avançar.

Próxima tela é referente a configuração do áudio. Uma boa opção e deixar o padrão como Default – os dispositivos são selecionados automaticamente – e caso tenha problemas a configuração poderá ser alterada acessando o menu Editar, Preferências, Áudio.  

*Opcional. A tela seguinte diz respeito a configuração de uma câmera e caso você não possua uma, clique em avançar para concluir a configuração, caso possua verifique se a mesma foi selecionada corretamente, e se não estiver você poderá escolher uma configuração mais adequada acessando o menu Editar, Preferências, Vídeo.

Lembrando que a configuração de uma webcam não fará diferença alguma, pois a comunicação dar-si-a através do áudio.

Avance para terminar a configuração. Será exibida uma tela com todas as informações de configuração referente as configurações feitas durante o assistente de configuração do Ekiga, apenas clique em Aplicar para terminar.

Finalizado a configuração do assiste, o programa em si será aberto e você terá uma tela semelhante a exibida a baixo. Agora daremos inicio a configuração do VoipRaider no Ekiga.

Acesse o menu Editar, Contas.

Será aberta uma tela vazia que é aonde ficam armazenadas as contas, como não possui nenhuma, será adicionada uma conta para o VoipRaider, a mesma que foi criada no site, contendo um login e senha. Para isso será adicionada uma conta do tipo SIP – protocolo utilizado para realizar as ligações telefônicas –, clique no menu(de contas) Contas, Adicionar uma conta SIP.

Entre com os seguintes dados na tela que surgir:

Em Nome, digite VoipRaider ou algum nome que achar conveniente. Este nome serve apenas para identificar o tipo de conta que está sendo “criada” no Ekiga. Em Servidor de registro digite exatamente como descrito – com o “V” maiúsculo – : sip.Voipraider.com. Em nome de Usuário e Usuário para autenticação digite o nome de usuário que criou no site do VoipRaider e em Senha a correspondente criada para o seu nome de usuário.

Veja abaixo uma tela com um exemplo de configuração:

A terminar de incluir todas as informações, clique no botão OK e aguarde alguns instantes para que suas informações sejam validadas com o servidor do VoipRaider e se tudo estiver correto você verá em Status a palavra Registrado. Significa que suas informações estão todas corretas e vocês está pronto para começar a utilizar os serviços do VoipRaider através do Ekiga, podendo fazer ligações para qualquer tipo de telefones, fixo ou móvel.

*IMPORTANTE: Lembre-se que é preciso estar conectado para que as informações sejam verificadas com o servidor e também para que as chamadas sejam efetuadas.  

3.3. Ligando a partir do Ekiga

Após passar por todas essas informações e configurações, chegou, finalmente, a hora de colocar a mão na massa e iniciar as ligações direto do Ekiga para telefones fixos ou móveis.

Com o Ekiga aberto, nota-se que existem 3 abas (Contatos, Teclado e Histórico de chamadas) em seu topo. Você poderá estar clicando na aba Teclado ou digitar os números diretamente do teclado, fica a seu gosto.

Para efetuar uma ligação, você deverá digitar o código do país + código de área + número do telefone. Como pode notar na imagem acima, tem um exemplo de um número a ser discado que compõe do seguinte:

Número completo: 553232326095

Código do país (Brasil): 55

Código de área (MG – Juiz de Fora): 32

Número: 32326095

obs.: A figura acima apresenta o sip: na frente do número a ser discado. Não é obrigatório colocar pois quando a discagem for efetuada o próprio Ekiga tratará de completar o endereço da chamada. Após escolher o número a ser discado, clique no ícone (Telefone verde) ao lado do número para que a ligação seja efetivada. Veja um exemplo na imagem abaixo:

Alguns detalhes podem ser notados nesta imagem, acima, como por exemplo o endereço – na barra de endereços – que após discar, o próprio software encarrega de completá-lo, como foi dito. O telefone que aparece com uma parte apagada é da minha casa, por isso apaguei alguns dígitos. No quadro do lado direito, nota-se que a chamada está efetivada, ou seja, encontra-se conectada a um telefone, composta da duração da chamada. Para cancelar a ligação, basta clicar no ícone (Telefone vermelho) que encontra no canto superior direito da janela. *obs.: Antes que me perguntem o por que de estar aparecendo sip:[meu telefone]@justvoip.com no quadro a direita, é porque já possuo uma conta no justvoip antes de descobrir o VoipRaider e usei para fazer a ligação.  

3.4. Adicionando contatos no Ekiga

Com o intuito de facilitar a vida de quem for utilizar o Ekiga para efetuar ligações, ter uma agenda de contatos contendo os números de telefones de forma mais acessível, ajuda. Para adicionar um contato é algo bem simples, clique no menu Bate-papo, Adicionar contato.

Na tela que for aberta, basta digitar o número de telefone, escolher uma categoria e clicar em OK. Caso queira adicionar novas categorias, digite o nome no campo a frente do botão “Adicionar” e logo em seguida clique em Adicionar.

Lembrando que para adicionar contatos, é preciso fazê-los com a palavra sip: antes do número, como pode ser notado na imagem acima.  

4. VoipRaider no Telemóvel

De acordo com o site do VoipRaider, você poderá instalar o aplicativo em seu telemóvel que utiliza os seguintes sistemas operacionais: iOS(iPhone), Symbian e Android. Lembrando que a utilização é algo bem simples, bastando basicamente discar e falar.

Esterei colando essa parte apenas com intuito de solucionar algumas dúvidas que possam estar a surgir. No site do VoipRaider diz que você poderá utilizar os serviços de forma gratuita se estiver utilizando uma conexão 3G ou estiver em uma rede WiFi. Lembrando que ligações para celulares são cobradas, apenas para telefones fixos – de acordo com as cidades citadas – que não há cobrança. Também pode ser utilizado com as redes GPRS, EDGE ou UMTS.  

4.1. Baixar e instalar o MobileVoip

O MobileVoip é um aplicativo “padrão” para utilizar serviços de ligações Voip's no celular.

Existem basicamente duas opções para baixar, ou acessando o link para download do aplicativo direto do celular ou baixando o pacote direito no computador e transferindo o arquivo para o celular e fazendo a instalação localmente. Comece baixando o aplicativo referente ao modelo do seu SO (Sistema Operacional) ou instalando direto pelo celular acessando os seguintes endereços:

iPhone: mobilevoip.com/iphone

Symbian: mobilevoip.com/symbian

Android: mobilevoip.com/android

Download dos pacotes:

iPhone - Symbian - Android

 

4.2. Utilizando o MobileVoip

Após a instalação do aplicativo, a primeira tela que será exibida é para efetuar um login com o seu usuário e senha que foram criados no site do VoipRaider. Digite o nome de usuário e senha e clique em Sign in para obter acesso ao software e começar a realizar ligações.

Uma coisa que achei interessante, pelo menos ocorre no Android, quando você acessa o software, passa a ter acesso a uma área contendo opções bem semelhantes a nativa do aparelho, como por exemplo o histórico das chamadas – efetuadas fora do software –, como também todos os contatos armazenados no aparelho, tudo é “puxado” de forma automática. Segue abaixo um exemplo de como deve-se efetuar as ligações que é exatamente igual ao programa Ekiga, seguindo com [código do país] + [código de área] + [número do telefone]. Note também na imagem abaixo as opções no rodapé:

History (Histórico): Guarda o histórico das chamadas efetuadas.

Contact (Contatos): Exibe todos os contatos armazenados em seu telefone, facilitando a discagem.

Call (Ligar): Realizar ligações.

Settings (Configurações): Exibe seus créditos e dá opção de adquirir mais como também efetuar logoff.

Também é exibido o quanto de crédito ainda está disponível.

Apesar de ter ficado um pouco longo este texto, procurei abranger uma boa parte relacionada ao serviço Voip referente a telefonia. Espero ter conseguido ser objetivo e conseguir, com clareza, desmembrar algo que pode ser útil para muitas pessoas. O serviço realmente funciona e possui um custo/benefício muito bom, ainda mais se relacionado a telefone móvel.

O que estou a trazer neste texto não é nenhuma novidade em termos de tecnologia, porém creio que poucos estão atentos a todas as opções disponíveis para a utilização de telefonia utilizando serviços VOIP, que nada mais é – de grosso modo – realizar ligações através da internet, ou seja, utilizando a internet como um interlocutor para que as ligações sejam feitas.

Hoje no mercado podemos encontrar alguns serviços que disponibilizam tais serviços, sendo os maiores e mais conhecidos: o Skype e o JustVoip, este último sem muito destaque. O que será descrito neste texto chama-se VoipRaider que nada mais é uma cópia do JustVoip, porém com melhores aperitivos. O VoipRaider possui as menores taxas, se comparado a outros, Skype e JustVoip, descritos no texto, além de possuir todas as vantagens do JustVoip, como: ter direito a realizar ligações gratuitas – deverá pagar a taxa de 10 euros – , durante 3 meses, para qualquer telefone fixo dos países: Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, República Checa, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Japão, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Peru, Polônia, Portugal, Romênia, Rússia (Moscou), Espanha, Reino Unido e Estados Unidos. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Linux

Upgrade Ubuntu 10.10 para 11.04 e primeiras impressões

Não recomendo a atualização de versão para o Natty (11.04): os motivos são vários: fará um dowmload de 1,5 GB de pacotes e, em seguida, um trabalho insano, ou seja, realizar todas as atualizações. Se mesmo diante desses argumentos, ainda quiser a atualização, apresentarei no final do texto os comandos e algumas “dicas”.

Com uma conexão de 1MB e um notebook dual core, minha atualização demorou cerca de 10 horas: do download dos pacotes à instalação e à configuração. Após tanto tempo e, além disso, a ânsia para curtir um ambiente novo, com visual inteiramente novo; tive algumas decepções e, porque não dizer “pânico” por pensar que poderia não encontrar certas coisas no sistema – essa parte pode ser melhorada, pois você tem que clicar várias vezes e em vários lugares para encontrar, talvez, o que deseja – mas nem tudo é perfeito.

Muitos já experimentaram o Unity. Isso, inclusive, foi publicado; não será o default a ser lançado pela Canonical como ambiente, mas talvez estejam um pouco enganados. Neste texto, ainda, falarei um pouco mais sobre isso. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Linux

Imagens melhores em 3 passos

O objetivo deste texto é ser algo rápido, simples e fácil, não um artigo ou tutorial imenso o qual pode delongar muito tempo do leitor.

Primeiro quero agradecer a Bruno Gonçalves por ter compartilhado essa dica comigo.

Quero deixar claro que não sou nenhum fotógrafo profissional e nem tenho costume de fazer edições ou melhoramentos em fotos, mas achei essa ferramenta tão interessante e simples de utilizar que resolvi compartilhar alguns dos seus efeitos.

O programa que será utilizado é o ShowFoto e pode ser encontrado e instalado facilmente em qualquer distribuição mais conhecida. Para aqueles que utilizam o Ubuntu e família, podem instalá-lo através do Synaptic, Central de Programas do Ubuntu, terminal de comandos ou qualquer outro método que lhe for conveniente. Estarei explicando a forma mais simples e rápida de instalação, ou seja, terminal de comandos. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Linux

Exemplificando o funcionamento do Kernel

Texto de Bruno Gonçalves Araújo

Existem diversos textos na internet sobre otimização do Kernel, porém em geral são de difícil compreensão, então, aqui vou listar de forma bastante simples as principais otimizações utilizadas.   1 - Schedule (O que considero mais importante) Sempre o computador está executando diversos programas ao mesmo tempo, mas não existe 1 núcleo para cada programa, portanto é preciso que o processador trabalhe um pouco em um programa e vá para o próximo. Um grande desafio é definir quanto tempo cada programa irá utilizar o processador até que seja liberado para o próximo programa. Caso o tempo for muito baixo, aplicações que necessitam de muito processamento perdem desempenho. Digamos que você esteja utilizando um player de áudio com uma configuração de tempo muito baixa, mesmo que tenha programas consumindo muito processamento dificilmente a música irá "engasgar". Ou seja, será mais demorado para aplicar um efeito em uma imagem ou converter um vídeo, porém ao executar mais programas o sistema continua respondendo bem.

Texto de Bruno Gonçalves Araújo

Existem diversos textos na internet sobre otimização do Kernel, porém em geral são de difícil compreensão, então, aqui vou listar de forma bastante simples as principais otimizações utilizadas.

1 - Schedule (O que considero mais importante)

Sempre o computador está executando diversos programas ao mesmo tempo, mas não existe 1 núcleo para cada programa, portanto é preciso que o processador trabalhe um pouco em um programa e vá para o próximo. Um grande desafio é definir quanto tempo cada programa irá utilizar o processador até que seja liberado para o próximo programa.

Caso o tempo for muito baixo, aplicações que necessitam de muito processamento perdem desempenho. Digamos que você esteja utilizando um player de áudio com uma configuração de tempo muito baixa, mesmo que tenha programas consumindo muito processamento dificilmente a música irá "engasgar". Ou seja, será mais demorado para aplicar um efeito em uma imagem ou converter um vídeo, porém ao executar mais programas o sistema continua respondendo bem. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás