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Por dificuldades sempre andei
A trilhar caminhos ilusórios
Longe de mim, do meu eu
Fugi
Reneguei
Sofri

Um GRITO! De tensão aprisiona-me
Minha liberdade se foi
Adentrou-me o medo, o repúdio…

Um palco se abriu
Vejo fama
um brilho sem ardor, opaco (como cortinas que permitem o vislumbre de silhuetas)
O retorno se fez, se faz, a cada entrada no palco
Palco do teatro, palco da vida
Sem ou com: medo, angústia enceno

Sou o ator de minha própria vida
Há controle,
tensões…, vão-se
sem rancor
sem mágoas

É viril
sem pensar
com pensar…
Sou, ainda, meu ator

O palco se desfez
Sou ainda ator
Principal (?)
De que vida? A teatral? A social? A minha, a nossa, ator mambembe?
Teatro sem cessar…
Esse é mais um mistério, uma história “por decifrar”

(Tales A. Mendonça)

Categorias: Poesia