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Linux

Compartilhando o seu 3G no Linux em 2 passos

Essa simples dica pode ser feita em qualquer distribuição Linux, mas utilizei o Ubuntu que usa o NetworkManager para gerenciar suas conexões e é o jeito mais simples que tem para realizar tal procedimento.

O que estou propondo é utilizar a conexão que é recebida de um modem 3G, ser compartilhada com outros computadores que estão ao seu redor, localmente. Essa simples dica irá transformar o computador que está com modem 3G “virar um roteador”, para que assim os computadores a sua volta possam se conectar a esse que está com o modem 3G. È basicamente o que os smartphones com sistema operacional Android – dentre outros – fazem, quando se ativa o 3G e o roteador do celular. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Diversos

Suporte Acer, um atestado de incompetência

No dia 30/4/2012 adquiri um Ultrabook Acer modelo S3-951 – cheguei até a escrever uma matéria sobre esse equipamento rodando a distribuição Linux Sabayon. Esse Ultrabook possui um disco SATA de 320GB e um “disco” SSD de 20GB. No dia 27/1/2013 o SSD, aonde eu tinha instalado o meu sistema root (Linux), parou de funcionar. Como o equipamento ainda está na garantia, entrei em contato com o suporte (0800 721 2237) da Acer e relatei o ocorrido. Também pedi para verificar um possível super aquecimento no lado superior esquerdo, que é aonde encontra-se a CPU e também fica próxima a bateria. Pedi que verificasse se a bateria estava OK.

O Suporte, atendente, da Acer enviou-me um e-mail com alguns anexos, os quais eu deveria imprimir, preencher e enviar junto com o equipamento através do correio (custos a serviço da Acer). Fiz todo o procedimento, além de ter informado o problema por telefone, também preenchi o que tinha ocorrido, de forma detalhada.

Hoje, dia 6/2/2013 o equipamento, Ultrabook, chegou a mim. Abri a caixa e comecei a ler o relatório sobre o que foi feito. Transcrevo abaixo o que eu havia informado e o que eles responderam:

Tales: “O “disco” SSD parou de funcionar. Verificar também super aquecimento no lado esquerdo e conferir se a bateria está OK”.

Acer: “equipamento analisado e constatado que o sistema está corrompido. Efetuado recovery do sistema. Testes dos dispositivos ok”.

O que a Acer fez foi instalar o Windows no HD SATA de 320GB e ignorar o SSD que não estava funcionando. Para um usuário leigo, que utiliza Windows, ia passar despercebido, pois o cliente teria o seu equipamento de volta funcionando “corretamente”, porém apenas o HD Sata está funcionando, o dispositivo de armazenamento SSD continua não sendo reconhecido pelo sistema, nem mesmo na BIOS.

Realmente eu não sei, mas o que consta pra mim é que o suporte da Acer possui um certificado estampado na testa de incompetência.

Deixo aqui a explicação para a equipe de suporte da Acer que não sabe o que significa um dispositivo de armazenamento SSD:

“SSD (sigla do inglês solid-state drive) ou unidade de estado sólido é um tipo de dispositivo sem partes móveis para armazenamento não volátil de dados digitais. Tipicamente, são construídos em torno de um circuito integrado semicondutor[1], o qual é responsável pelo armazenamento, diferentemente, portanto, dos sistemas magnéticos (como os HDs e fitas LTO) ou óticos (discos como CDs e DVDs).

Caso a equipe da Acer queira saber o que é um “disco” SSD, podem dar uma olhada nessa matéria aqui, e caso não saibam ler, não se preocupe, a matéria possui vídeos demostrativos. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Linux

Baixando legendas direto do SMPlayer

Nos dias atuais está cada vez mais comum baixar vídeos diretamente da internet, o DVD está perdendo o seu espaço e até os computadores estão sendo construídos sem um drive, como os conhecidos Ultrabooks.

Hoje, trago-lhes uma dica de um amigo, Bruno Gonçalves, que é uma forma muito simples de baixar legendas, seja de um filme, um seriado, ou vídeo qualquer.

Hoje a maioria dos arquivos que são baixados, geralmente, possuem a legenda ou embutida ou em um arquivo separado com extensão .str junto ao filme, mas em outros casos você precisa baixar a legenda de algum site. Nós brasileiros usamos, geralmente, os sites: legendas.tv e opensubtitles.org. O SMPlayer baixa as legendas diretamente do site opensubtitles.org para o seu computador. Como ele faz isso? A pesquisa da legenda é feita em um hash que é calculado a partir do arquivo de vídeo. Não importa qual é o nome do arquivo ou se você tenha-o renomeado, ele encontrará as legendas certas para o seu arquivo. Com essa pesquisa, ele te mostra todas as legendas e linguagens compatíveis com o vídeo que está sendo executado. Dessa forma, basta apenas escolher a linguagem referente a legenda que deseja baixar, e com apenas um clique, a legenda será transferida da internet diretamente para o seu computador, dentro da pasta que encontra-se o arquivo de vídeo. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Linux

Ultrabook Acer S3, em harmonia com Sabayon

Com o intuito de obter uma máquina leve, rápida e compacta, adquiri um Ultrabook Acer S3 em meados de 2012. Esse veio com uma versão do Windows 7 que nem curiosidade tive para saber qual era, e fui logo tratando de formatar a máquina para instalar uma distribuição Linux.

Geralmente máquinas novas, com novas tecnologias e novos hardwares, não possuem um amplo suporte a todos os recursos em Linux. Com isso, fico na espera de melhorias, tanto no Kernel como nas distribuições Linux. Esperando por melhorias no suporte aos dispositivos que o Ultrabook dispõe, e assim possa usufruir de todos os recursos de maneira para que foram disponibilizados para a máquina.

Eu já estava com uma ideia de adquirir uma nova máquina e quando a vi no site do Ubuntu – como imagem propaganda para anunciar a versão 12.04 LTS – , logo pensei: deve ao menos funcionar todos os recursos. Engano meu, tive diversos problemas até que cheguei a quebrar o Ubuntu de tantas gambiarras que foram feitas, algo que acabei desistindo e parti para o Fedora 17, esse que sempre trás novidades, mas não foi o que eu gostaria em alguns aspectos, ficou quase equiparado com o Ubuntu. Como já havia utilizado o Sabayon há algum tempo, e fui utilizador do Gentoo por mais de 5 anos, resolvi, então, testar o Sabayon para ver no que dava. Posso dizer que foram e está sendo muitas alegrias em diversos aspectos. Encontrei algumas barreiras que foram sanadas sem muita dificuldade, mas que hoje, para quem quiser instalar, não irá as encontrar. Até o momento estou com apenas um bug e que não é referente ao Sabayon, mas ao Gnome-shell, e está inclusive em outras distribuições, que relataram tal problema. Nesse bug se você desplugar o cabo de energia e plugá-lo novamente, ele não atualiza a porcentagem de energia, ou seja, o marcador do Gnome-shell não está servindo para muita coisa, com isso eu preciso acessar as configurações de energia para ver como está o nível da bateria, mas é um problema quase irrelevante se comparado a tudo que a distro oferece de benefícios. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Diversos

Netflix, Uma Gigante dos Avessos

Depois de ver e ler muitos elogios das pessoas que utilizam a Netflix e pelo meu fascínio por filmes, resolvi criar uma assinatura para testar o serviço, e não foi nada agradável.

“Com mais de 23 milhões de assinantes de transmissão online no mundo, a Netflix, Inc. [Nasdaq: NFLX] é o serviço líder de assinatura para assistir a filmes e séries de TV pela Internet. Por aproximadamente US$ 7,99 ao mês, os assinantes da Netflix nas Américas, no Reino Unido e na Irlanda podem assistir online a filmes e séries de TV ilimitados, transmitidos pela Internet para PCs, Macs e TVs. Dentre a ampla e crescente base de aparelhos que transmitem a partir da Netflix estão os videogames Microsoft Xbox 360, Nintendo Wii e Sony PS3; vários aparelhos de Blu-ray, TVs, sistemas de home theater, gravadores de vídeo digital e aparelhos de vídeo conectados à Internet; iPhone, iPad e iPod touch da Apple; além de Apple TV e Google TV. No total, existem mais de 700 aparelhos compatíveis com a Netflix.”

De acordo com dados da Netflix, ela oferece um gigantesco acervo de filmes, os quais podem ser todos assistidos diretamente da web, com ótima qualidade. A empresa possui também um “suporte” telefônico que está disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana.

Creio que só para manter uma área de suporte desse nível, essa empresa não deve ser nada pequena. Com mais de 23 milhões de assinantes, obter uma demanda para atender, que seja 1/10 disso, em vários países, não deve ser fácil.

Segundo informações do site, “existem mais de 700 aparelhos compatíveis com a Netflix”, entre esses aparelhos podemos citar alguns sistemas como: “Windows XP com Service Pack 2, Vista ou Windows 7”, Mac, Chrome OS, Playstation, Xbox360, iPad, aparelhos com versão do Android acima da 2.2, Roku – um Linux embarcado que vem em um pendrive para ser ligado direto em aparelhos de TV – dentre outras centenas de aparelhos e sistemas.

Como utilizador de Linux, logo pensei: Não diz que roda em Linux, mas Chrome OS, Android, Roku e outros, são Linux, possui um Kernel do Linux, então deve rodar em Linux. Engano meu, após tentar assistir a um filme, fui direcionado para a tela seguinte, dizendo que para funcionar deveria ser apenas nos sistemas descristos abaixo:

Como não sou um simples usuário que se contenta com qualquer coisa, resolvi tentar buscar soluções para poder rodar o Netflix no Linux. Depois de uma vasta procura pela web, o que encontrei foram pessoas decepcionadas, dizendo que a solução encontrada era rodar o Netflix dentro do Windows (rodando) em uma máquina virtual. Encontrei também informações de que a Netflix estaria desenvolvendo um sistema para Linux, mas sem prioridade e sem prazo de conclusão.

Depois de muito tentar fazer o sistema funcionar no Linux, resolvi baixar o Chrome OS e testar, já que no próprio site dizia possuir suporte, e para minha surpresa ou melhor dizendo, tristeza, deparei-me com a seguinte tela abaixo dizendo que não possuía um player de vídeo disponível para o Netflix:

Comecei, então, a pesquisar sobre esse erro na web e tudo que encontrei não foi satisfatório para solucionar o problema. Assim, resolvi ligar para o suporte a fim de resolver o meu problema, ou seja, a impossibilidade de assistir a vídeos pelo Chrome OS.

O suporte via telefone é muito rápido: você fica praticamente menos de 1 min na espera para ser atendido e as pessoas são sempre muito agradáveis.

A atendente perguntou-me em que poderia ser útil; disse que tinha feito uma assinatura no Netflix, mas não estava conseguindo assistir aos filmes pelo Chrome OS. Essa parte durou cerca de 7 min a 10 min para a atendente entender o que era o Chrome OS. Depois de muito explicar, dizendo que era um Sistema Operacional do Google, pois estava a confundir com o navegador Chrome, perguntou: “Mas você o está rodando em qual sistema? No Windows XP?” Tentei explicar mais algumas vezes, e ela não conseguindo entender chamou a supervisora; o telefone ficou mudo alguns instantes, mas logo em seguida volta a atendente dizendo para mim que o Chrome OS era baseado em Linux e não tinha suporte a Linux. Expliquei-lhe que estava no site da Netflix, e o referido site dizia ter suporte; ela não conhecia o endereço para chegar na imagem relatada sobre os sistemas que teriam suporte. Fiz a gentileza de passar o endereço; surpreendida deparou-se com o Chrome OS na lista dos que tinham suporte. Mais uma vez chamou a sua supervisora e mostrou a mensagem que estava no site da Netflix. Fiquei mais algum tempo aguardando no telefone quando ela retorna e me diz que não sabia disso, pede desculpas, pois o site apresentava um erro; por isso, iria pedir para remover tal informação. Perguntei, então, a razão deles terem colocado isso. Ela disse-me que o suporte deve ser apenas para os EUA – incrível como que um software funciona em certos países e em outros não, deve ser a “(h)umi(l)dade”.

Depois de tudo isso, o que sobrou foi apenas uma insatisfação muito grande. Acho que um estagiário programador com uma semana mexendo no código, consegue criar um cliente para o Linux.

O mais estranho de tudo isso é que todas as empresas estão voltando os seus serviços para funcionar direto da web, sem precisar instalar nenhum cliente, e essa mega empresa fazendo isso.

Fica uma pergunta, qual o porquê disso? Será algum acordo com a Microsoft ou com a Apple para não criar algo que funcione nativamente nas distribuições Linux? Será, também, que existem mais usuários de Chrome OS do que de Linux? Esse último eu não conheço ninguém que utilize.

Depois de ver e ler muitos elogios das pessoas que utilizam a Netflix e pelo meu fascínio por filmes, resolvi criar uma assinatura para testar o serviço, e não foi nada agradável.

Com mais de 23 milhões de assinantes de transmissão online no mundo, a Netflix, Inc. [Nasdaq: NFLX] é o serviço líder de assinatura para assistir a filmes e séries de TV pela Internet. Por aproximadamente US$ 7,99 ao mês, os assinantes da Netflix nas Américas, no Reino Unido e na Irlanda podem assistir online a filmes e séries de TV ilimitados, transmitidos pela Internet para PCs, Macs e TVs. Dentre a ampla e crescente base de aparelhos que transmitem a partir da Netflix estão os videogames Microsoft Xbox 360, Nintendo Wii e Sony PS3; vários aparelhos de Blu-ray, TVs, sistemas de home theater, gravadores de vídeo digital e aparelhos de vídeo conectados à Internet; iPhone, iPad e iPod touch da Apple; além de Apple TV e Google TV. No total, existem mais de 700 aparelhos compatíveis com a Netflix.” (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Linux

Vídeos de forma simples com OpenShot

Os vídeos viraram febre na internet e o YouTube contribui para esse crescimento exponencial. Muitos leigos se aventuraram na criação de vídeos, e as ferramentas intuitivas foram (e são) as grandes “incentivadoras” para esse propósito.

Nunca fui muito fã de criar vídeos. Isso se deve ao fato de que as ferramentas livres estavam longe de atingirem um grau ótimo de simplicidade e facilidade de utilização. No entanto, hoje pode-se notar que muitas ferramentas conseguiram atingir um grau de ”intuitividade” muito grande, comparando-se a muitas ferramentas proprietárias voltadas para um público mais leigo.

O aplicativo, que aqui será indicado, é o OpenShot, um programa de edição de vídeos. Existem outros muito interessantes, como o Kdenlive, mas a identificação e simplicidade do OpenShot me chamou muita atenção, fazendo com que eu pudesse criar vídeos de forma rápida, simples e sem stress.

Os vídeos viraram febre na internet e o YouTube contribui para esse crescimento exponencial. Muitos leigos se aventuraram na criação de vídeos, e as ferramentas intuitivas foram (e são) as grandes “incentivadoras” para esse propósito.

Nunca fui muito fã de criar vídeos. Isso se deve ao fato de que as ferramentas livres estavam longe de atingirem um grau ótimo de simplicidade e facilidade de utilização. No entanto, hoje pode-se notar que muitas ferramentas conseguiram atingir um grau de ”intuitividade” muito grande, comparando-se a muitas ferramentas proprietárias voltadas para um público mais leigo.

O aplicativo, que aqui será indicado, é o OpenShot, um programa de edição de vídeos. Existem outros muito interessantes, como o Kdenlive, mas a identificação e simplicidade do OpenShot me chamou muita atenção, fazendo com que eu pudesse criar vídeos de forma rápida, simples e sem stress. (mais…)

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Linux

Vídeos de forma simples com OpenShot

Os vídeos viraram febre na internet e o YouTube contribui para esse crescimento exponencial. Muitos leigos se aventuraram na criação de vídeos, e as ferramentas intuitivas foram (e são) as grandes “incentivadoras” para esse propósito.

Nunca fui muito fã de criar vídeos. Isso se deve ao fato de que as ferramentas livres estavam longe de atingirem um grau ótimo de simplicidade e facilidade de utilização. No entanto, hoje pode-se notar que muitas ferramentas conseguiram atingir um grau de ”intuitividade” muito grande, comparando-se a muitas ferramentas proprietárias voltadas para um público mais leigo.

O aplicativo, que aqui será indicado, é o OpenShot, um programa de edição de vídeos. Existem outros muito interessantes, como o Kdenlive, mas a identificação e simplicidade do OpenShot me chamou muita atenção, fazendo com que eu pudesse criar vídeos de forma rápida, simples e sem stress.

Os vídeos viraram febre na internet e o YouTube contribui para esse crescimento exponencial. Muitos leigos se aventuraram na criação de vídeos, e as ferramentas intuitivas foram (e são) as grandes “incentivadoras” para esse propósito.

Nunca fui muito fã de criar vídeos. Isso se deve ao fato de que as ferramentas livres estavam longe de atingirem um grau ótimo de simplicidade e facilidade de utilização. No entanto, hoje pode-se notar que muitas ferramentas conseguiram atingir um grau de ”intuitividade” muito grande, comparando-se a muitas ferramentas proprietárias voltadas para um público mais leigo.

O aplicativo, que aqui será indicado, é o OpenShot, um programa de edição de vídeos. Existem outros muito interessantes, como o Kdenlive, mas a identificação e simplicidade do OpenShot me chamou muita atenção, fazendo com que eu pudesse criar vídeos de forma rápida, simples e sem stress. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Linux

CUIDADO: a Microsoft está lhe manipulando! Heil Hitler, Heil Gates!

Texto retirado do site #Seja Livre!

Não é de hoje que a Microsoft conspira por debaixo dos panos contra seus concorrentes e até contra seus próprios clientes. São inúmeros os fatos e casos de conspiração empresarial, cartel, corporativismo exacerbado e tramoias que permeiam a história da empresa. Fatos que até viraram livro (Fogo no Vale: por trás do PC, de  Paul Freiberger e Michael Swaine) e filme (Piratas do Vale do Silício – 1999).

Na última semana, veiculou na internet a notícia de que “o sistema de boot (Secure Boot – UEFI) do Windows 8 iria bloquear o uso de outro SO na máquina”. O primeiro a se levantar contra a ideia foi Matthew Garrett da Red Hat, no dia 21/09, em um post no seu blog. Vários sites e blogs de tecnologia e do universo Software Livre, inclusive o Seja Livre, publicaram a matéria de Garret, alertando a possível tentativa da Microsoft de se tornar dona de vez dos PCs ao redor do mundo. Porém, não é sobre isso que quero falar, até porque o próprio Steven Sinofsky, um dos Engenheiros por trás do Windows 8, publicou uma matéria em um blog da Microsoft no dia 22/09 explicando o que “realmente” é o Secure Boot e o protocolo UEFI, que substituiria a conhecida BIOS, “deixando claro” que: “nós projetamos o firmware para permitir que o cliente possa desativar a inicialização segura. No entanto, isto será por sua conta e risco.”

(mais…)

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Linux

CUIDADO: a Microsoft está lhe manipulando! Heil Hitler, Heil Gates!

Texto retirado do site #Seja Livre!

Não é de hoje que a Microsoft conspira por debaixo dos panos contra seus concorrentes e até contra seus próprios clientes. São inúmeros os fatos e casos de conspiração empresarial, cartel, corporativismo exacerbado e tramoias que permeiam a história da empresa. Fatos que até viraram livro (Fogo no Vale: por trás do PC, de  Paul Freiberger e Michael Swaine) e filme (Piratas do Vale do Silício – 1999).

Na última semana, veiculou na internet a notícia de que “o sistema de boot (Secure Boot – UEFI) do Windows 8 iria bloquear o uso de outro SO na máquina”. O primeiro a se levantar contra a ideia foi Matthew Garrett da Red Hat, no dia 21/09, em um post no seu blog. Vários sites e blogs de tecnologia e do universo Software Livre, inclusive o Seja Livre, publicaram a matéria de Garret, alertando a possível tentativa da Microsoft de se tornar dona de vez dos PCs ao redor do mundo. Porém, não é sobre isso que quero falar, até porque o próprio Steven Sinofsky, um dos Engenheiros por trás do Windows 8, publicou uma matéria em um blog da Microsoft no dia 22/09 explicando o que “realmente” é o Secure Boot e o protocolo UEFI, que substituiria a conhecida BIOS, “deixando claro” que: “nós projetamos o firmware para permitir que o cliente possa desativar a inicialização segura. No entanto, isto será por sua conta e risco.”

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Por Agnes Vieira, atrás
Android

Acessando o seu Android de forma rápida e segura via SSH

Quando se adquire um telefone celular ou smartphone ou tablet, geralmente, vêm agregado vários acessórios ao produto: o cabo de dados é utilizado para realizar transferência de arquivos entre o aparelho adquirido e um computador, PC.

Alguns aparelhos trazem softwares para que sejam instalados no computador e possam realizar a transferência dos arquivos.

Como o sistema operacional Android, hoje, está presente em milhões de smartfones e tablet's e a maioria possui acesso WiFi, nada mais fácil do que aproveitar as facilidades que o aparelho dispõe para desfrutar da comodidade, dispensando cabos e instalações de softwares proprietários – que muitas vezes funcionam para todos os sistemas operacionais, excluindo a família Unix, com exceção do OSX –.

O SSH – Secure Shell – é uma ferramenta de acesso remota bem poderosa e muito utilizada pelos administradores de redes e usuários de sistema Linux e afins. Esse é uma espécie de TELNET, porém com criptografia e outras “guloseimas” mais.

Demonstrarei, basicamente, duas maneiras para realizar a transferência de arquivos, uma em moto texto – através do terminal de comandos – e outra em modo gráfico – utilizando o Nautilus – gerenciador de arquivos padrão do Ubuntu.

Este texto foi escrito baseando-se na distro Ubuntu (11.04) – utiliza o ambiente gráfico Gnome como patrão e o gerenciador de arquivos Nautilus –. Usuários de outras distribuições poderão basear-se neste texto, pois a utilização em outros gerenciadores de arquivos é bem semelhante. Quem for utilizar o terminal de comandos não terá problema algum, porque a execução dos comandos é exatamente a mesma em qualquer distro.

  Instalação e configuração

Creio que usuários do Ubuntu não precisarão instalar nem configurar nada, mas para conferir se está com o programa instalado, poderá fazê-lo agora. O programa, único, que será utilizado para realizar a comunicação entre o aparelho celular e o computador, PC, é o SSH, os demais – para o modo gráfico – são apenas uma “capa” para auxiliar na utilização.

Será preciso instalar apenas o OpenSSH-Client no computador, o servidor (SSH) estará rodando no celular/tablet.

Abra um terminal de comandos da sua preferência e digite o seguinte comando para verificar se o openssh-clien já se encontra instalado.

$ sudo apt-get install openssh-client

Caso não esteja instalado, será feito.

No Android, acesse o Markert, procure por SSHDroid e instale.

Obs.: É preciso que o root esteja liberado para acesso no celular. Caso não saiba o que significa isso ou como liberar acesso ao root no seu Android, pesquise no Google que encontrará “milhões” de tutoriais explicando como fazer.

 

SSHDroid

Comece acessando o SSHDroid que foi instalado em seu Android. Basicamente você não precisará efetuar nenhuma configuração, a única coisa que alterei foi a senha do root – que por padrão é admin –. Caso queira alterar algo como a porta de acesso – o padrão é 22 –, basta acessar as opções e configurar a seu gosto.

Programa instalado e serviço rodando, você terá uma tela semelhante à exibida abaixo:  

O programa em si é bem simples e você não precisará realizar nenhuma configuração “mirabolante”. Na imagem acima é exibido a rede que o celular encontra-se conectado. A minha rede (WiFi Connection) é a 666; o endereço (Address) para se conectar já é exibido direto na tela e como pode ser acessado, ou seja, sftp://[email protected][endereço IP]:[Porta]; também é exibido um status, que de acordo com a imagem acima está como conectado (ready).

 

Manipulando arquivos em modo texto

Como sei que muitos devem ignorar essa parte, provavelmente, por acharem demorada e até complexa, resolvi colocá-la antes para que uma leitura possa ser realizada. Para aqueles que acham o terminal um “bicho de sete cabeças”, digo que é muito mais rápido – dependendo do que for realizado – e prático, trabalhar com os arquivos diretamente no terminal de comandos do que utilizar um gerenciador gráfico para efetuar a mesma tarefa.

Para quem for utilizar apenas o terminal de comandos e, assim, facilitar enxergar o que encontra-se no cartão de memória, recomendo logar no celular via ssh e com apenas um comando (ls) você poder visualizar onde encontram-se os diretórios e arquivos. Se preferir pode realizar essa visualização direto no gerenciador de arquivos do celular.

Obs.: Mude o IP para o referente que estiver aparecendo no seu celular no aplicativo SSHDroid.

(Logar no Android)

$ ssh [email protected]
(Listar os arquivos do cartão de memória)
# ls /sdcard/
(Entrar em um diretório)
# cd /sdcard/Documentos
(Voltar um ou mais diretórios)
# cd ..

ou

# cd ../..
(Remover um diretório ou um arquivo (não precisa da opção '-r'))
# rm -r /sdcard/teste
(Criar um diretório)
# mkdir /sdcard/Músicas
(Localizar o seu caminho. Saber aonde se encontra)
# pwd

Com os comandos acima você já será capaz de fazer uma boa manipulação ou gerência dos seus arquivos, diretamente no celular.

Primeiro você precisa saber onde encontra-se o seu cartão de memória. Ele está localizado em /sdcard. Sabendo disso, fica fácil copiar arquivos de um lado para o outro. Veja abaixo um exemplo:

 

Copiando arquivos do computador para o celular

Os comando abaixo deverão ser executados, de preferência, na sua máquina e não no ssh do celular.

(Copiando algumas músicas para o celular)

[email protected]:~$ scp -r ~/Música/novas/* [email protected]:"/sdcard/Músicas/Anos 80"
SSHDroid
Use 'root' on rooted devices otherwise any username works
Default password is 'admin'[email protected]'s password:
Bruce Springsteen - Best of - Glory Days.mp3                      100% 3584KB 128.0KB/s   00:28
Bryan Adams - So Far So Good - Heaven.mp3                         100% 5718KB 127.1KB/s   00:45
Glenn Frey - The Allnighter - The Heat Is On.mp3                  100% 3576KB 137.6KB/s   00:26

Explicando o comando acima, temos:

[email protected]:~$ (Meu terminal aguardando a entrada de um comando)

scp -r (É o comando utilizado para copiar diretório ou arquivos (não precisa usar a opção '-r', é usada para copiar diretórios) via ssh)

~/Música/novas/* (O til é minha $HOME, Música é um diretório que tenho no meu computador e “novas” um diretório dentro de Música; o asterisco(*) depois da barra (/) é para copiar todos os arquivos que ali se encontram)

[email protected] (É o caminho, endereço, ssh do meu celular)

/sdcard/Músicas/Anos 80 (Local do celular que desejo copiar as músicas)

Ok, talvez manipular ou gerenciar os arquivos pelo terminal, para quem não tem prática, poderá ser confuso e trabalhoso, mas é interessante sempre saber um modo alternativo, não sabemos do que iremos precisar, não é mesmo?!

Veja, abaixo, o exemplo acima sendo executado em um vídeo:

Gerenciando arquivos pelo Nautius, Ubuntu

Se teve vários passos e comandos para gerenciar arquivos de forma textual, no modo gráfico terá apenas um.

Abra o gerenciador de arquivos, tecle [CTRL+L] e na barra de endereços digitem:

(Altere apenas o IP para o que aparece no SSHDroid)

sftp://[email protected]:22

Logo depois aperte [ENTER]

Obs.: Na primeira execução do ssh será pedido para confirmar a gravação da chave de criptografia, basta aceitar.

Será exibida uma tela para digitar a senha do SSHDroid. Digite, escolha uma opção e clique em Conectar.

Em seguida entre na pasta sdcard e lá, imediatamente, acessará os seus arquivos, sendo possível copiar, mover, apagar, executar.. como se os arquivos estivessem localmente em sua máquina. Veja, abaixo, o exemplo acima sendo executado em um vídeo:

Manipulando arquivos pelo Dolphin, KDE

Para acesso no Dolphin, mude apenas o parâmetro a ser executado na barra de endereços, de ssh:// para fish://

Exemplo para acessar, tecle [CTLR+L] e digite na barra de endereços: (Altere apenas o IP para o que aparece no SSHDroid)

fish://[email protected]:22

Em seguida tecle [ENTER]

A gerência dos arquivos é feita da mesma maneira que ocorre no gerenciador de arquivos do Ubuntu, o Nautilus.

Quando se adquire um telefone celular ou smartphone ou tablet, geralmente, vêm agregado vários acessórios ao produto: o cabo de dados é utilizado para realizar transferência de arquivos entre o aparelho adquirido e um computador, PC.

Alguns aparelhos trazem softwares para que sejam instalados no computador e possam realizar a transferência dos arquivos.

Como o sistema operacional Android, hoje, está presente em milhões de smartfones e tablet's e a maioria possui acesso WiFi, nada mais fácil do que aproveitar as facilidades que o aparelho dispõe para desfrutar da comodidade, dispensando cabos e instalações de softwares proprietários – que muitas vezes funcionam para todos os sistemas operacionais, excluindo a família Unix, com exceção do OSX –.

O SSH – Secure Shell – é uma ferramenta de acesso remota bem poderosa e muito utilizada pelos administradores de redes e usuários de sistema Linux e afins. Esse é uma espécie de TELNET, porém com criptografia e outras “guloseimas” mais.

Demonstrarei, basicamente, duas maneiras para realizar a transferência de arquivos, uma em moto texto – através do terminal de comandos – e outra em modo gráfico – utilizando o Nautilus – gerenciador de arquivos padrão do Ubuntu.

Este texto foi escrito baseando-se na distro Ubuntu (11.04) – utiliza o ambiente gráfico Gnome como patrão e o gerenciador de arquivos Nautilus –. Usuários de outras distribuições poderão basear-se neste texto, pois a utilização em outros gerenciadores de arquivos é bem semelhante. Quem for utilizar o terminal de comandos não terá problema algum, porque a execução dos comandos é exatamente a mesma em qualquer distro. (mais…)

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