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Linux

Emulando o botão do meio no touchpad (estilo MacBook)

Uma coisa que sempre me agradou no GNU/Linux é a opção de poder selecionar um texto qualquer com o mouse e colocar o conteúdo selecionado com o botão do meio, do mouse. Isso facilita muito, pois você não precisa dar um [CTRL+C] para copiar o conteúdo selecionado e depois um [CTRL+V] para clocar o conteúdo; ou mesmo selecionar o conteúdo com o mouse, clicar com o botão direito e, em cima do conteúdo selecionado, escolher Copiar, em seguida ir aonde deseja, clicar com o botão direito e escolher a opção Colar. É claro que existem outros meios de fazer esse copiar e colocar, mas nada tão simples quanto selecionar o texto que deseja copiar, ir no local que deseja colar e clicar com o botão do meio do mouse, ou para os que possuem touchpad com botão, essa emulação é feita apertando os dois botões simultaneamente. Para os touchpads que não possuem botões físicos, como o meu, existe um programa (synclient) para configurar gestos, e normalmente é configurado para um toque no touchpad com três dedos.

Essa dica é válida para todos os computadores – notebooks e ultrabooks – que possuem um touchpad no estilo MacBook, o qual não apresenta botões físicos.

Nas distribuições Linux que não são derivadas do Ubuntu, você consegue realizar uma configuração “correta” do seu touchpad, inserindo informações em um arquivo texto que é colocado dentro do diretório /etc/X11/xorg.conf.d/. Porém o Ubuntu foge a essa regra e para os que conhecem essa distro, sabe que ele está cada vez mais se distanciando das demais, criando seus próprios aplicativos e configurações específicas, então, algo que era apara funcionar em qualquer distribuição Linux, acaba deixando a desejar no Ubuntu. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Linux

Compartilhando o seu 3G no Linux em 2 passos

Essa simples dica pode ser feita em qualquer distribuição Linux, mas utilizei o Ubuntu que usa o NetworkManager para gerenciar suas conexões e é o jeito mais simples que tem para realizar tal procedimento.

O que estou propondo é utilizar a conexão que é recebida de um modem 3G, ser compartilhada com outros computadores que estão ao seu redor, localmente. Essa simples dica irá transformar o computador que está com modem 3G “virar um roteador”, para que assim os computadores a sua volta possam se conectar a esse que está com o modem 3G. È basicamente o que os smartphones com sistema operacional Android – dentre outros – fazem, quando se ativa o 3G e o roteador do celular. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Diversos

Suporte Acer, um atestado de incompetência

No dia 30/4/2012 adquiri um Ultrabook Acer modelo S3-951 – cheguei até a escrever uma matéria sobre esse equipamento rodando a distribuição Linux Sabayon. Esse Ultrabook possui um disco SATA de 320GB e um “disco” SSD de 20GB. No dia 27/1/2013 o SSD, aonde eu tinha instalado o meu sistema root (Linux), parou de funcionar. Como o equipamento ainda está na garantia, entrei em contato com o suporte (0800 721 2237) da Acer e relatei o ocorrido. Também pedi para verificar um possível super aquecimento no lado superior esquerdo, que é aonde encontra-se a CPU e também fica próxima a bateria. Pedi que verificasse se a bateria estava OK.

O Suporte, atendente, da Acer enviou-me um e-mail com alguns anexos, os quais eu deveria imprimir, preencher e enviar junto com o equipamento através do correio (custos a serviço da Acer). Fiz todo o procedimento, além de ter informado o problema por telefone, também preenchi o que tinha ocorrido, de forma detalhada.

Hoje, dia 6/2/2013 o equipamento, Ultrabook, chegou a mim. Abri a caixa e comecei a ler o relatório sobre o que foi feito. Transcrevo abaixo o que eu havia informado e o que eles responderam:

Tales: “O “disco” SSD parou de funcionar. Verificar também super aquecimento no lado esquerdo e conferir se a bateria está OK”.

Acer: “equipamento analisado e constatado que o sistema está corrompido. Efetuado recovery do sistema. Testes dos dispositivos ok”.

O que a Acer fez foi instalar o Windows no HD SATA de 320GB e ignorar o SSD que não estava funcionando. Para um usuário leigo, que utiliza Windows, ia passar despercebido, pois o cliente teria o seu equipamento de volta funcionando “corretamente”, porém apenas o HD Sata está funcionando, o dispositivo de armazenamento SSD continua não sendo reconhecido pelo sistema, nem mesmo na BIOS.

Realmente eu não sei, mas o que consta pra mim é que o suporte da Acer possui um certificado estampado na testa de incompetência.

Deixo aqui a explicação para a equipe de suporte da Acer que não sabe o que significa um dispositivo de armazenamento SSD:

“SSD (sigla do inglês solid-state drive) ou unidade de estado sólido é um tipo de dispositivo sem partes móveis para armazenamento não volátil de dados digitais. Tipicamente, são construídos em torno de um circuito integrado semicondutor[1], o qual é responsável pelo armazenamento, diferentemente, portanto, dos sistemas magnéticos (como os HDs e fitas LTO) ou óticos (discos como CDs e DVDs).

Caso a equipe da Acer queira saber o que é um “disco” SSD, podem dar uma olhada nessa matéria aqui, e caso não saibam ler, não se preocupe, a matéria possui vídeos demostrativos. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Linux

Baixando legendas direto do SMPlayer

Nos dias atuais está cada vez mais comum baixar vídeos diretamente da internet, o DVD está perdendo o seu espaço e até os computadores estão sendo construídos sem um drive, como os conhecidos Ultrabooks.

Hoje, trago-lhes uma dica de um amigo, Bruno Gonçalves, que é uma forma muito simples de baixar legendas, seja de um filme, um seriado, ou vídeo qualquer.

Hoje a maioria dos arquivos que são baixados, geralmente, possuem a legenda ou embutida ou em um arquivo separado com extensão .str junto ao filme, mas em outros casos você precisa baixar a legenda de algum site. Nós brasileiros usamos, geralmente, os sites: legendas.tv e opensubtitles.org. O SMPlayer baixa as legendas diretamente do site opensubtitles.org para o seu computador. Como ele faz isso? A pesquisa da legenda é feita em um hash que é calculado a partir do arquivo de vídeo. Não importa qual é o nome do arquivo ou se você tenha-o renomeado, ele encontrará as legendas certas para o seu arquivo. Com essa pesquisa, ele te mostra todas as legendas e linguagens compatíveis com o vídeo que está sendo executado. Dessa forma, basta apenas escolher a linguagem referente a legenda que deseja baixar, e com apenas um clique, a legenda será transferida da internet diretamente para o seu computador, dentro da pasta que encontra-se o arquivo de vídeo. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Linux

Ultrabook Acer S3, em harmonia com Sabayon

Com o intuito de obter uma máquina leve, rápida e compacta, adquiri um Ultrabook Acer S3 em meados de 2012. Esse veio com uma versão do Windows 7 que nem curiosidade tive para saber qual era, e fui logo tratando de formatar a máquina para instalar uma distribuição Linux.

Geralmente máquinas novas, com novas tecnologias e novos hardwares, não possuem um amplo suporte a todos os recursos em Linux. Com isso, fico na espera de melhorias, tanto no Kernel como nas distribuições Linux. Esperando por melhorias no suporte aos dispositivos que o Ultrabook dispõe, e assim possa usufruir de todos os recursos de maneira para que foram disponibilizados para a máquina.

Eu já estava com uma ideia de adquirir uma nova máquina e quando a vi no site do Ubuntu – como imagem propaganda para anunciar a versão 12.04 LTS – , logo pensei: deve ao menos funcionar todos os recursos. Engano meu, tive diversos problemas até que cheguei a quebrar o Ubuntu de tantas gambiarras que foram feitas, algo que acabei desistindo e parti para o Fedora 17, esse que sempre trás novidades, mas não foi o que eu gostaria em alguns aspectos, ficou quase equiparado com o Ubuntu. Como já havia utilizado o Sabayon há algum tempo, e fui utilizador do Gentoo por mais de 5 anos, resolvi, então, testar o Sabayon para ver no que dava. Posso dizer que foram e está sendo muitas alegrias em diversos aspectos. Encontrei algumas barreiras que foram sanadas sem muita dificuldade, mas que hoje, para quem quiser instalar, não irá as encontrar. Até o momento estou com apenas um bug e que não é referente ao Sabayon, mas ao Gnome-shell, e está inclusive em outras distribuições, que relataram tal problema. Nesse bug se você desplugar o cabo de energia e plugá-lo novamente, ele não atualiza a porcentagem de energia, ou seja, o marcador do Gnome-shell não está servindo para muita coisa, com isso eu preciso acessar as configurações de energia para ver como está o nível da bateria, mas é um problema quase irrelevante se comparado a tudo que a distro oferece de benefícios. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Diversos

Netflix, Uma Gigante dos Avessos

Depois de ver e ler muitos elogios das pessoas que utilizam a Netflix e pelo meu fascínio por filmes, resolvi criar uma assinatura para testar o serviço, e não foi nada agradável.

“Com mais de 23 milhões de assinantes de transmissão online no mundo, a Netflix, Inc. [Nasdaq: NFLX] é o serviço líder de assinatura para assistir a filmes e séries de TV pela Internet. Por aproximadamente US$ 7,99 ao mês, os assinantes da Netflix nas Américas, no Reino Unido e na Irlanda podem assistir online a filmes e séries de TV ilimitados, transmitidos pela Internet para PCs, Macs e TVs. Dentre a ampla e crescente base de aparelhos que transmitem a partir da Netflix estão os videogames Microsoft Xbox 360, Nintendo Wii e Sony PS3; vários aparelhos de Blu-ray, TVs, sistemas de home theater, gravadores de vídeo digital e aparelhos de vídeo conectados à Internet; iPhone, iPad e iPod touch da Apple; além de Apple TV e Google TV. No total, existem mais de 700 aparelhos compatíveis com a Netflix.”

De acordo com dados da Netflix, ela oferece um gigantesco acervo de filmes, os quais podem ser todos assistidos diretamente da web, com ótima qualidade. A empresa possui também um “suporte” telefônico que está disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana.

Creio que só para manter uma área de suporte desse nível, essa empresa não deve ser nada pequena. Com mais de 23 milhões de assinantes, obter uma demanda para atender, que seja 1/10 disso, em vários países, não deve ser fácil.

Segundo informações do site, “existem mais de 700 aparelhos compatíveis com a Netflix”, entre esses aparelhos podemos citar alguns sistemas como: “Windows XP com Service Pack 2, Vista ou Windows 7”, Mac, Chrome OS, Playstation, Xbox360, iPad, aparelhos com versão do Android acima da 2.2, Roku – um Linux embarcado que vem em um pendrive para ser ligado direto em aparelhos de TV – dentre outras centenas de aparelhos e sistemas.

Como utilizador de Linux, logo pensei: Não diz que roda em Linux, mas Chrome OS, Android, Roku e outros, são Linux, possui um Kernel do Linux, então deve rodar em Linux. Engano meu, após tentar assistir a um filme, fui direcionado para a tela seguinte, dizendo que para funcionar deveria ser apenas nos sistemas descristos abaixo:

Como não sou um simples usuário que se contenta com qualquer coisa, resolvi tentar buscar soluções para poder rodar o Netflix no Linux. Depois de uma vasta procura pela web, o que encontrei foram pessoas decepcionadas, dizendo que a solução encontrada era rodar o Netflix dentro do Windows (rodando) em uma máquina virtual. Encontrei também informações de que a Netflix estaria desenvolvendo um sistema para Linux, mas sem prioridade e sem prazo de conclusão.

Depois de muito tentar fazer o sistema funcionar no Linux, resolvi baixar o Chrome OS e testar, já que no próprio site dizia possuir suporte, e para minha surpresa ou melhor dizendo, tristeza, deparei-me com a seguinte tela abaixo dizendo que não possuía um player de vídeo disponível para o Netflix:

Comecei, então, a pesquisar sobre esse erro na web e tudo que encontrei não foi satisfatório para solucionar o problema. Assim, resolvi ligar para o suporte a fim de resolver o meu problema, ou seja, a impossibilidade de assistir a vídeos pelo Chrome OS.

O suporte via telefone é muito rápido: você fica praticamente menos de 1 min na espera para ser atendido e as pessoas são sempre muito agradáveis.

A atendente perguntou-me em que poderia ser útil; disse que tinha feito uma assinatura no Netflix, mas não estava conseguindo assistir aos filmes pelo Chrome OS. Essa parte durou cerca de 7 min a 10 min para a atendente entender o que era o Chrome OS. Depois de muito explicar, dizendo que era um Sistema Operacional do Google, pois estava a confundir com o navegador Chrome, perguntou: “Mas você o está rodando em qual sistema? No Windows XP?” Tentei explicar mais algumas vezes, e ela não conseguindo entender chamou a supervisora; o telefone ficou mudo alguns instantes, mas logo em seguida volta a atendente dizendo para mim que o Chrome OS era baseado em Linux e não tinha suporte a Linux. Expliquei-lhe que estava no site da Netflix, e o referido site dizia ter suporte; ela não conhecia o endereço para chegar na imagem relatada sobre os sistemas que teriam suporte. Fiz a gentileza de passar o endereço; surpreendida deparou-se com o Chrome OS na lista dos que tinham suporte. Mais uma vez chamou a sua supervisora e mostrou a mensagem que estava no site da Netflix. Fiquei mais algum tempo aguardando no telefone quando ela retorna e me diz que não sabia disso, pede desculpas, pois o site apresentava um erro; por isso, iria pedir para remover tal informação. Perguntei, então, a razão deles terem colocado isso. Ela disse-me que o suporte deve ser apenas para os EUA – incrível como que um software funciona em certos países e em outros não, deve ser a “(h)umi(l)dade”.

Depois de tudo isso, o que sobrou foi apenas uma insatisfação muito grande. Acho que um estagiário programador com uma semana mexendo no código, consegue criar um cliente para o Linux.

O mais estranho de tudo isso é que todas as empresas estão voltando os seus serviços para funcionar direto da web, sem precisar instalar nenhum cliente, e essa mega empresa fazendo isso.

Fica uma pergunta, qual o porquê disso? Será algum acordo com a Microsoft ou com a Apple para não criar algo que funcione nativamente nas distribuições Linux? Será, também, que existem mais usuários de Chrome OS do que de Linux? Esse último eu não conheço ninguém que utilize.

Depois de ver e ler muitos elogios das pessoas que utilizam a Netflix e pelo meu fascínio por filmes, resolvi criar uma assinatura para testar o serviço, e não foi nada agradável.

Com mais de 23 milhões de assinantes de transmissão online no mundo, a Netflix, Inc. [Nasdaq: NFLX] é o serviço líder de assinatura para assistir a filmes e séries de TV pela Internet. Por aproximadamente US$ 7,99 ao mês, os assinantes da Netflix nas Américas, no Reino Unido e na Irlanda podem assistir online a filmes e séries de TV ilimitados, transmitidos pela Internet para PCs, Macs e TVs. Dentre a ampla e crescente base de aparelhos que transmitem a partir da Netflix estão os videogames Microsoft Xbox 360, Nintendo Wii e Sony PS3; vários aparelhos de Blu-ray, TVs, sistemas de home theater, gravadores de vídeo digital e aparelhos de vídeo conectados à Internet; iPhone, iPad e iPod touch da Apple; além de Apple TV e Google TV. No total, existem mais de 700 aparelhos compatíveis com a Netflix.” (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Linux

Vídeos de forma simples com OpenShot

Os vídeos viraram febre na internet e o YouTube contribui para esse crescimento exponencial. Muitos leigos se aventuraram na criação de vídeos, e as ferramentas intuitivas foram (e são) as grandes “incentivadoras” para esse propósito.

Nunca fui muito fã de criar vídeos. Isso se deve ao fato de que as ferramentas livres estavam longe de atingirem um grau ótimo de simplicidade e facilidade de utilização. No entanto, hoje pode-se notar que muitas ferramentas conseguiram atingir um grau de ”intuitividade” muito grande, comparando-se a muitas ferramentas proprietárias voltadas para um público mais leigo.

O aplicativo, que aqui será indicado, é o OpenShot, um programa de edição de vídeos. Existem outros muito interessantes, como o Kdenlive, mas a identificação e simplicidade do OpenShot me chamou muita atenção, fazendo com que eu pudesse criar vídeos de forma rápida, simples e sem stress.

Os vídeos viraram febre na internet e o YouTube contribui para esse crescimento exponencial. Muitos leigos se aventuraram na criação de vídeos, e as ferramentas intuitivas foram (e são) as grandes “incentivadoras” para esse propósito.

Nunca fui muito fã de criar vídeos. Isso se deve ao fato de que as ferramentas livres estavam longe de atingirem um grau ótimo de simplicidade e facilidade de utilização. No entanto, hoje pode-se notar que muitas ferramentas conseguiram atingir um grau de ”intuitividade” muito grande, comparando-se a muitas ferramentas proprietárias voltadas para um público mais leigo.

O aplicativo, que aqui será indicado, é o OpenShot, um programa de edição de vídeos. Existem outros muito interessantes, como o Kdenlive, mas a identificação e simplicidade do OpenShot me chamou muita atenção, fazendo com que eu pudesse criar vídeos de forma rápida, simples e sem stress. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Linux

Vídeos de forma simples com OpenShot

Os vídeos viraram febre na internet e o YouTube contribui para esse crescimento exponencial. Muitos leigos se aventuraram na criação de vídeos, e as ferramentas intuitivas foram (e são) as grandes “incentivadoras” para esse propósito.

Nunca fui muito fã de criar vídeos. Isso se deve ao fato de que as ferramentas livres estavam longe de atingirem um grau ótimo de simplicidade e facilidade de utilização. No entanto, hoje pode-se notar que muitas ferramentas conseguiram atingir um grau de ”intuitividade” muito grande, comparando-se a muitas ferramentas proprietárias voltadas para um público mais leigo.

O aplicativo, que aqui será indicado, é o OpenShot, um programa de edição de vídeos. Existem outros muito interessantes, como o Kdenlive, mas a identificação e simplicidade do OpenShot me chamou muita atenção, fazendo com que eu pudesse criar vídeos de forma rápida, simples e sem stress.

Os vídeos viraram febre na internet e o YouTube contribui para esse crescimento exponencial. Muitos leigos se aventuraram na criação de vídeos, e as ferramentas intuitivas foram (e são) as grandes “incentivadoras” para esse propósito.

Nunca fui muito fã de criar vídeos. Isso se deve ao fato de que as ferramentas livres estavam longe de atingirem um grau ótimo de simplicidade e facilidade de utilização. No entanto, hoje pode-se notar que muitas ferramentas conseguiram atingir um grau de ”intuitividade” muito grande, comparando-se a muitas ferramentas proprietárias voltadas para um público mais leigo.

O aplicativo, que aqui será indicado, é o OpenShot, um programa de edição de vídeos. Existem outros muito interessantes, como o Kdenlive, mas a identificação e simplicidade do OpenShot me chamou muita atenção, fazendo com que eu pudesse criar vídeos de forma rápida, simples e sem stress. (mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Linux

CUIDADO: a Microsoft está lhe manipulando! Heil Hitler, Heil Gates!

Texto retirado do site #Seja Livre!

Não é de hoje que a Microsoft conspira por debaixo dos panos contra seus concorrentes e até contra seus próprios clientes. São inúmeros os fatos e casos de conspiração empresarial, cartel, corporativismo exacerbado e tramoias que permeiam a história da empresa. Fatos que até viraram livro (Fogo no Vale: por trás do PC, de  Paul Freiberger e Michael Swaine) e filme (Piratas do Vale do Silício – 1999).

Na última semana, veiculou na internet a notícia de que “o sistema de boot (Secure Boot – UEFI) do Windows 8 iria bloquear o uso de outro SO na máquina”. O primeiro a se levantar contra a ideia foi Matthew Garrett da Red Hat, no dia 21/09, em um post no seu blog. Vários sites e blogs de tecnologia e do universo Software Livre, inclusive o Seja Livre, publicaram a matéria de Garret, alertando a possível tentativa da Microsoft de se tornar dona de vez dos PCs ao redor do mundo. Porém, não é sobre isso que quero falar, até porque o próprio Steven Sinofsky, um dos Engenheiros por trás do Windows 8, publicou uma matéria em um blog da Microsoft no dia 22/09 explicando o que “realmente” é o Secure Boot e o protocolo UEFI, que substituiria a conhecida BIOS, “deixando claro” que: “nós projetamos o firmware para permitir que o cliente possa desativar a inicialização segura. No entanto, isto será por sua conta e risco.”

(mais…)

Por Agnes Vieira, atrás
Linux

CUIDADO: a Microsoft está lhe manipulando! Heil Hitler, Heil Gates!

Texto retirado do site #Seja Livre!

Não é de hoje que a Microsoft conspira por debaixo dos panos contra seus concorrentes e até contra seus próprios clientes. São inúmeros os fatos e casos de conspiração empresarial, cartel, corporativismo exacerbado e tramoias que permeiam a história da empresa. Fatos que até viraram livro (Fogo no Vale: por trás do PC, de  Paul Freiberger e Michael Swaine) e filme (Piratas do Vale do Silício – 1999).

Na última semana, veiculou na internet a notícia de que “o sistema de boot (Secure Boot – UEFI) do Windows 8 iria bloquear o uso de outro SO na máquina”. O primeiro a se levantar contra a ideia foi Matthew Garrett da Red Hat, no dia 21/09, em um post no seu blog. Vários sites e blogs de tecnologia e do universo Software Livre, inclusive o Seja Livre, publicaram a matéria de Garret, alertando a possível tentativa da Microsoft de se tornar dona de vez dos PCs ao redor do mundo. Porém, não é sobre isso que quero falar, até porque o próprio Steven Sinofsky, um dos Engenheiros por trás do Windows 8, publicou uma matéria em um blog da Microsoft no dia 22/09 explicando o que “realmente” é o Secure Boot e o protocolo UEFI, que substituiria a conhecida BIOS, “deixando claro” que: “nós projetamos o firmware para permitir que o cliente possa desativar a inicialização segura. No entanto, isto será por sua conta e risco.”

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