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Século XXI, a humanidade preludie sobre o amanhã. O que está por vir já aconteceu e continua a se repetir. Poucos conseguiram se desprender do controle que nos é exercido. A culpa, a perseguição e o amadurecimento trás em antemão coisas que não puderam ser compreensíveis por todos e acabaram sendo deixadas de lado. A renuncia em desenvolver e amadurecer para a nossa vinda foi beneficiada por algo, que por partes dos demais, tiveram uma recompensa de espiritualidade.“O acaso não existe”, o por quê está operante em nossa consciência desde o nascimento, conseguimos exercer funções que nem sonhávamos que poderiam ser obtidas. Somos seguidos de instintos e “inteligência” a qual nunca soubemos utilizá-la. O ajudar ao próximo foi substituído pelo quero ser o melhor ou se for bom para mim, que se dane o próximo. A ganância tomou conta do companheirismo, onde os ricos querem ser mais ricos apenas para destaque entre os mais difundidos entre si.Amor, o que é o amor? Já que o caos está sendo operante, qual seria o objetivo de amar, de ajudar e compartilhar com o próximo, dar apoio e expectativas, sabendo ouvir e ser ouvido, ter paciência para com o próximo do mesmo jeito que gostaríamos de ter conosco.O dinheiro, um meio utilizado para a “troca” de bens, que se dá no formato de moedas ou notas. Talvez esse seja o pior mal da humanidade. Nascemos e crescemos para ser gananciosos e adquirir aquilo que o outro tem ou se já tem, para adquirir mais e obter mais poder, poder este que destina na mão de poucos, um circulo bem restrito que atinge aos menos afortunados de espírito e mais dotados de poder.

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